sábado, 2 de julho de 2011

O folheto

Todos os domingos à tarde, depois da missa da manhã na igreja, o velho
padre e seu sobrinho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos
sacros.

Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do padre e seu sobrinho saírem
pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia
muito. O menino se agasalhou e disse:
-Ok, tio padre, estou pronto. '
E o padre perguntou:
-'Pronto para quê?':
-'Tio, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '
O padre respondeu:
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '
O menino olhou surpreso e perguntou:
-'Mas tio, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'
O padre respondeu:
-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '
Triste, o menino perguntou:
-'Tio, eu posso ir? Por favor!'
O padre hesitou por um momento e depois disse:
-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. '
-'Obrigado, tio!'

Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou
pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos sacros a todos
que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas
faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para
entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se
virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a
porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu.
Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou,
mas não houve resposta.

Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo
o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e
bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na
varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.

De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela
perguntou gentilmente:

-'O que eu posso fazer por você, meu filho?'

Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno
menino disse:

-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer
que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto
que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. '

Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o
chamou e disse:

-'Obrigada, meu filho! E que Deus te abençoe!'

Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Padre estava no altar,
quando a missa começou ele perguntou:

- 'Algu ém tem um testemunho ou algo a dizer?'

Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu
rosto..

- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem
antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum
tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado,
sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu
coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou
vontade de viver.

Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da
minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e
coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.
De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de
saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou.

Eu pensei:

-'Vou esperar um minuto e quem quer qu e se ja irá embora. '

Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que
estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem
me visitar. '

Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a
campainha soava cada vez mais alta..

Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha
varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida.

O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que
saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito
tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:

-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '

Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.

Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta
e atenc ios amente li cada palavra deste folheto.

Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não
iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DE
DEUS!

Já que o endereço da igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui
pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo
livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. o Velho Padre
desceu do altar e foi em direção a primeira fila onde o seu
anjinho estava sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e chorou
copiosamente.

Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este.

Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem. Não deixe que ela se
perca, leia-a de novo e passe-a adiante.

Lembre-se: a mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém
próximo a você.

Por isso...

- Me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS
TE AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto.

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MUITO EMOCIONANTE ESTA MENSAGEM. QUE ELA SIRVA PRA VOCÊ REFLETIR SOBRE
SUA VIDA E TOMAR A DECISÃO QUE DEUS ESPERA QUE VOCÊ TOME

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