quinta-feira, 7 de julho de 2011

A Missa explicada por padre Pio(parte1)

Do
sinal da cruz inicial até o Ofertório, é preciso ir encontrar Jesus
no Getsemani, é preciso seguir Jesus na Sua agonia, sofrendo diante
deste "mar de lama" do pecado. É preciso unir-se a Jesus
em sua dor de ver que a Palavra do Pai, que Ele veio nos trazer, não
é recebida pelos homens, nem bem nem mal. E, a partir desta visão,
é preciso escutar as leituras da Missa como sendo dirigidas a nós,
pessoalmente .

O
Ofertório: É a prisão, chegou a hora..

O
Prefácio: É o canto de louvor e de agradecimento que Jesus
dirige ao Pai, e que Lhe permitiu, enfim, chegar a esta
"Hora".

Desde
o início da oração Eucarística até a Consagração : Nós nos
unimos (rapidamente!...) a Jesus em Seu aprisionamento, em Sua atroz
flagelação, na Sua coroação de espinhos e Seu caminhar com a cruz
nas costas, pelas ruelas de Jerusalém e, no "Memento",
olhando todos os presentes e aqueles pelos quais rezamos
especialmente.

A
Consagração nos dá o Corpo entregue agora, o Sangue
derramado agora. Misticamente, é a própria crucifixão do Senhor.

Nós
nos uníamos em seguida a Jesus na cruz, oferecendo ao Pai, desde esse
instante, o Sacrifício Redentor. Este é o sentido da oração litúrgica
que segue imediatamente à consagração.

"Por
Cristo com Cristo e em Cristo"
corresponde ao grito de Jesus: "Pai, nas Tuas Mãos entrego o Meu
Espírito!" Desde então, o sacrifício é consumado pelo Cristo
e aceito pelo Pai. Daqui por diante, os homens não mais estão
separados de Deus e se encontram de novo unidos. É a razão pela
qual, nesse instante, recita-se a oração de todos os filhos:
"Pai Nosso...".

A
fração da hóstia indica a Morte de Jesus...

continua...

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