Em Divinópolis, Nossa Senhora veio com seu Imaculado Coração em algumas aparições, como nesta foto. Veja como foram:
Mensagem de 19/6/2002 - Nossa Senhora apareceu com seu Imaculado Coração cercado de rosas brancas: “Estas rosas são as Ave Marias que o meu povo reza coroando o meu Imaculado Coração.”
Mensagem de 11/1/2003 - Nossa Senhora apareceu com uma bela luz rosa no peito e espinhos cravados ao redor: “Vocês vão tirar os espinhos do meu Coração consolando-me e consolando o Senhor. Esses espinhos são as ofensas dos homens.”
Mensagem de 28/1/2003 – Nossa Senhora apareceu com seu Imaculado Coração sem flores e sem espinhos: “Todos vocês, meus filhos, consagrem-se ao meu Imaculado Coração.”
Mensagem de 19/6/2004 – Nossa Senhora apareceu com muitas lágrimas nos olhos e seu Imaculado Coração cercado de espinhos: “Olhem, meus filhos amados, o meu Coração Imaculado cercado pelos espinhos das ofensas deste mundo, dos pecados dos homens contra seu Deus de infinito amor e misericórdia. O meu Imaculado Coração é uma chama viva de amor pelos meus filhos.”
Fonte: www.nossasenhoramaedahumanidade.blogspot.com
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Você já leu o que está escrito em 2Cor 5,10?
Teremos de comparecer diante do tribunal de Cristo. Ali cada um receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito enquanto estava no corpo...”
Significativo o trecho do livro da Sabedoria (3,1-6):
“Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará. Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça. E sua morte como uma destruição, quando na verdade estão na paz!Se aos olhos dos homens suportaram uma correção, a esperança deles era portadora de imortalidade, e por terem sofrido um pouco, receberão grandes bens, porque Deus, que os provou, achou-os dignos de si. Ele os provou como ouro na fornalha, e os acolheu como holocausto.”
Ele dá a entender que para quem creu em Deus e o serviu durante esta vida, a morte não é um caminhar para o nada e, sim para os braços de Deus. É o encontro pessoal com o Senhor para viver junto dele no amor e na alegria de sua amizade.
Significativo o trecho do livro da Sabedoria (3,1-6):
“Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará. Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça. E sua morte como uma destruição, quando na verdade estão na paz!Se aos olhos dos homens suportaram uma correção, a esperança deles era portadora de imortalidade, e por terem sofrido um pouco, receberão grandes bens, porque Deus, que os provou, achou-os dignos de si. Ele os provou como ouro na fornalha, e os acolheu como holocausto.”
Ele dá a entender que para quem creu em Deus e o serviu durante esta vida, a morte não é um caminhar para o nada e, sim para os braços de Deus. É o encontro pessoal com o Senhor para viver junto dele no amor e na alegria de sua amizade.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Comemoração dos fiéis defuntos Finados 02 de novembro
A comemoração dos féis defuntos remonta ao ano 998. A divulgação desta comemoração se deve a Santo Odilon, abade de Cluny, que introduziu esta prática em todos os mosteiros beneditinos ligados ao de Cluny.
Em 1311, a Santa Sé oficializou a memória dos falecidos, estendendo-a a toda a Igreja. Esta comemoração leva-nos a professar, mediante a nossa fé, a ressurreição da carne. A nossa vida não termina dentro de um túmulo. Como Jesus de Nazaré, seremos ressuscitados pelo poder de Deus. Nossos dias não são senão a longa gestação para este nascimento definitivo.
Em (Jo 5,28-29) está escrito: “Vem a hora em que todos os que repousam nos sepulcros ouvirão a voz do Senhor e sairão, os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; os que praticaram o mal, vão ressuscitar para a condenação”.
Desde o Antigo Testamento, a fé em Deus leva o ser humano a uma esperança que supera a morte. De fato, o justo caracteriza-se pela simplicidade de vida que o permite reconhecer a ação de Deus em sua história e agir seguindo o horizonte da fé. Cristo é a imagem real da justiça divina. Nele, nossa esperança de vida plena se realiza. Ressuscitando dos mortos, Ele nos comunica a vida divina.
A realidade da morte ensina-nos que não somos eternos. A dor, o sofrimento e morte nos apontam para a necessidade que temos de Deus. Ele é fonte de vida e de esperança. Quando a Igreja nos convida para fazermos memória de nossos falecidos, tem a intenção de nos ajudar a encontrar em Deus a certeza da vitória da vida sobre a morte. A Eucaristia, celebração central da fé cristã, recorda-nos o mistério de Jesus. Ele, como Filho de Deus, passou pela morte e, ao ressuscitar, comunica-nos a vida plena, vinda de Deus. Cremos que a salvação chega até nós por Jesus Cristo, o Filho de Deus ressuscitado. Por Ele, recebemos a plenitude da vida.
Com esperança nos reunimos neste dia, na Igreja e nos cemitérios, para rezar pelo descanso eterno dos nossos irmãos e irmãs na Casa do Pai. Ao mesmo tempo, queremos refletir sobre nossa vida, grande dom de Deus.
OS TRÊS AMIGOS
Havia um homem que tinha 3 amigos, aos quais dava muito apreço e atenção. Um dia esse homem foi avisado que se preparasse a fim de comparecer perante o juiz.
O homem teve receio de ir sozinho. Lembrou-se então de seus 3 amigos. Talvez pudessem acompanhá-lo e quem sabe, até defendê-lo diante do juiz. Afinal de contas, amigo é para isso mesmo, ou seja, para as horas de aperto.
O homem mandou chamar o 1º, a quem expôs o seu problema. Ele, porém, respondeu: “Pouca coisa posso fazer por você. Mas o que posso, eu o farei. Pago as despesas de viagem”. Era pouco, realmente. O que mais interessava, era a companhia.
Mandou vir o 2º amigo, que lhe respondeu meio pesaroso: “Ir com você até o juiz, não posso. Você entende não é? Cada um tem seus problemas particulares, onde a gente não entra. Mas vou com você até a porta do tribunal. Dali eu voltarei”. Também não servia. O momento mais difícil e cruciante era o inquérito o julgamento do juiz.
Já quase sem esperança, pediu que viesse o 3º amigo. Esse respondeu com calma e segurança: “Sim, eu posso ir com você. Posso acompanhá-lo e ficar ao seu lado durante o interrogatório”.
Amigo leitor, você sabe quais eram os nomes desses 3 amigos?
- O primeiro é o dinheiro. Paga o caixão quando morremos.
- O segundo é a família. Acompanha-nos até a sepultura. Depois volta para casa. Nada mais pode fazer, a não ser, rezar pelos defuntos.
- O terceiro amigo são as boas obras que praticamos. Somente estas nos acompanham até a eternidade. Somente elas nos defendem perante Deus.
Você já leu o que está escrito em 2Cor 5,10?
“Teremos de comparecer diante do tribunal de Cristo. Ali cada um receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito enquanto estava no corpo...”
Significativo o trecho do livro da Sabedoria (3,1-6): “Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará. Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça. E sua morte como uma destruição, quando na verdade estão na paz!Se aos olhos dos homens suportaram uma correção, a esperança deles era portadora de imortalidade, e por terem sofrido um pouco, receberão grandes bens, porque Deus, que os provou, achou-os dignos de si. Ele os provou como ouro na fornalha, e os acolheu como holocausto.”
Ele dá a entender que para quem creu em Deus e o serviu durante esta vida, a morte não é um caminhar para o nada e, sim para os braços de Deus. É o encontro pessoal com o Senhor para viver junto dele no amor e na alegria de sua amizade.
Esta visão serena e otimista da morte baseia-se na fé em Cristo. Porque como diz São Paulo na carta aos Rm 14,8 “Quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor”. Se somos dele em vida, continuaremos tais na morte. Cristo, Senhor de nossa vida, será o Senhor de nossa morte. Nesta perspectiva a morte não se apresenta como destruição do homem, e sim como trânsito, aliás, nascimento para a vida eterna.
Rezemos uns pelos outros e sobretudo pelos mortos porque, como bem diz o livro de 2Mc 12,46; santo e salutar é o pensamento de rezar pelos defuntos, para que sejam libertados de seus pecados.
PRECE
Deus nosso Pai, vos pedimos pelos que faleceram, especialmente os que nos são caros: nossos familiares, parentes, amigos, companheiros de luta e de trabalho.
Nós vos pedimos, sobretudo, por todos que morreram estupidamente, vítimas da brutalidade, da ignorância de seus próprios semelhantes.
Pelos que não tiveram o direito de viver dignamente sua vida, os que tiveram abafadas suas vidas antes do nascimento.
Senhor, nosso Deus, vós que quereis que cada um de nós viva plenamente, dai-nos forças para lutarmos contra tudo e contra todos os que desrespeitam a vida.
Fazei, Senhor, cair as estruturas injustas e opressoras. Devolvei aos povos oprimidos sua esperança de vida digna e melhor.
Tornai, com nossa cooperação, este mundo uma “casa habitável”, onde não haja fome nem sofrimento provocados pelo egoísmo humano.
Que o Senhor fortaleça nossa fé na ressurreição e nos torne sensíveis e respeitosos ao dom da vida.
Que o Senhor nos conceda o perdão dos pecados, e a todos os que morreram, a paz e a luz eterna.
E todos nós crendo que Cristo ressuscitou dentre os mortos, vivamos eternamente com ele. Amém.
Em 1311, a Santa Sé oficializou a memória dos falecidos, estendendo-a a toda a Igreja. Esta comemoração leva-nos a professar, mediante a nossa fé, a ressurreição da carne. A nossa vida não termina dentro de um túmulo. Como Jesus de Nazaré, seremos ressuscitados pelo poder de Deus. Nossos dias não são senão a longa gestação para este nascimento definitivo.
Em (Jo 5,28-29) está escrito: “Vem a hora em que todos os que repousam nos sepulcros ouvirão a voz do Senhor e sairão, os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; os que praticaram o mal, vão ressuscitar para a condenação”.
Desde o Antigo Testamento, a fé em Deus leva o ser humano a uma esperança que supera a morte. De fato, o justo caracteriza-se pela simplicidade de vida que o permite reconhecer a ação de Deus em sua história e agir seguindo o horizonte da fé. Cristo é a imagem real da justiça divina. Nele, nossa esperança de vida plena se realiza. Ressuscitando dos mortos, Ele nos comunica a vida divina.
A realidade da morte ensina-nos que não somos eternos. A dor, o sofrimento e morte nos apontam para a necessidade que temos de Deus. Ele é fonte de vida e de esperança. Quando a Igreja nos convida para fazermos memória de nossos falecidos, tem a intenção de nos ajudar a encontrar em Deus a certeza da vitória da vida sobre a morte. A Eucaristia, celebração central da fé cristã, recorda-nos o mistério de Jesus. Ele, como Filho de Deus, passou pela morte e, ao ressuscitar, comunica-nos a vida plena, vinda de Deus. Cremos que a salvação chega até nós por Jesus Cristo, o Filho de Deus ressuscitado. Por Ele, recebemos a plenitude da vida.
Com esperança nos reunimos neste dia, na Igreja e nos cemitérios, para rezar pelo descanso eterno dos nossos irmãos e irmãs na Casa do Pai. Ao mesmo tempo, queremos refletir sobre nossa vida, grande dom de Deus.
OS TRÊS AMIGOS
Havia um homem que tinha 3 amigos, aos quais dava muito apreço e atenção. Um dia esse homem foi avisado que se preparasse a fim de comparecer perante o juiz.
O homem teve receio de ir sozinho. Lembrou-se então de seus 3 amigos. Talvez pudessem acompanhá-lo e quem sabe, até defendê-lo diante do juiz. Afinal de contas, amigo é para isso mesmo, ou seja, para as horas de aperto.
O homem mandou chamar o 1º, a quem expôs o seu problema. Ele, porém, respondeu: “Pouca coisa posso fazer por você. Mas o que posso, eu o farei. Pago as despesas de viagem”. Era pouco, realmente. O que mais interessava, era a companhia.
Mandou vir o 2º amigo, que lhe respondeu meio pesaroso: “Ir com você até o juiz, não posso. Você entende não é? Cada um tem seus problemas particulares, onde a gente não entra. Mas vou com você até a porta do tribunal. Dali eu voltarei”. Também não servia. O momento mais difícil e cruciante era o inquérito o julgamento do juiz.
Já quase sem esperança, pediu que viesse o 3º amigo. Esse respondeu com calma e segurança: “Sim, eu posso ir com você. Posso acompanhá-lo e ficar ao seu lado durante o interrogatório”.
Amigo leitor, você sabe quais eram os nomes desses 3 amigos?
- O primeiro é o dinheiro. Paga o caixão quando morremos.
- O segundo é a família. Acompanha-nos até a sepultura. Depois volta para casa. Nada mais pode fazer, a não ser, rezar pelos defuntos.
- O terceiro amigo são as boas obras que praticamos. Somente estas nos acompanham até a eternidade. Somente elas nos defendem perante Deus.
Você já leu o que está escrito em 2Cor 5,10?
“Teremos de comparecer diante do tribunal de Cristo. Ali cada um receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito enquanto estava no corpo...”
Significativo o trecho do livro da Sabedoria (3,1-6): “Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará. Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça. E sua morte como uma destruição, quando na verdade estão na paz!Se aos olhos dos homens suportaram uma correção, a esperança deles era portadora de imortalidade, e por terem sofrido um pouco, receberão grandes bens, porque Deus, que os provou, achou-os dignos de si. Ele os provou como ouro na fornalha, e os acolheu como holocausto.”
Ele dá a entender que para quem creu em Deus e o serviu durante esta vida, a morte não é um caminhar para o nada e, sim para os braços de Deus. É o encontro pessoal com o Senhor para viver junto dele no amor e na alegria de sua amizade.
Esta visão serena e otimista da morte baseia-se na fé em Cristo. Porque como diz São Paulo na carta aos Rm 14,8 “Quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor”. Se somos dele em vida, continuaremos tais na morte. Cristo, Senhor de nossa vida, será o Senhor de nossa morte. Nesta perspectiva a morte não se apresenta como destruição do homem, e sim como trânsito, aliás, nascimento para a vida eterna.
Rezemos uns pelos outros e sobretudo pelos mortos porque, como bem diz o livro de 2Mc 12,46; santo e salutar é o pensamento de rezar pelos defuntos, para que sejam libertados de seus pecados.
PRECE
Deus nosso Pai, vos pedimos pelos que faleceram, especialmente os que nos são caros: nossos familiares, parentes, amigos, companheiros de luta e de trabalho.
Nós vos pedimos, sobretudo, por todos que morreram estupidamente, vítimas da brutalidade, da ignorância de seus próprios semelhantes.
Pelos que não tiveram o direito de viver dignamente sua vida, os que tiveram abafadas suas vidas antes do nascimento.
Senhor, nosso Deus, vós que quereis que cada um de nós viva plenamente, dai-nos forças para lutarmos contra tudo e contra todos os que desrespeitam a vida.
Fazei, Senhor, cair as estruturas injustas e opressoras. Devolvei aos povos oprimidos sua esperança de vida digna e melhor.
Tornai, com nossa cooperação, este mundo uma “casa habitável”, onde não haja fome nem sofrimento provocados pelo egoísmo humano.
Que o Senhor fortaleça nossa fé na ressurreição e nos torne sensíveis e respeitosos ao dom da vida.
Que o Senhor nos conceda o perdão dos pecados, e a todos os que morreram, a paz e a luz eterna.
E todos nós crendo que Cristo ressuscitou dentre os mortos, vivamos eternamente com ele. Amém.
Ofício das benditas almas do Purgatório.
A Matinas
1- Abrirei meus lábios
Em tristes assuntos,
Para sufragar
Aos fíeis defuntos.
2 - Sede meu favor,
salvador do mundo,
E das almas santas
Do lago profundo.
3- Nós vos pedimos
Pronta salvação,
Preferindo aquelas
Da nossa tenção.
4- Para que por vós,
Jesus, sumo Bem,
Elas já descansem
Para sempre. Amem.
Hino
1- Deus vos salve, Cristo
Em vossa paixão,
Redentor das almas
Dos filhos de Adão.
2- Por tal benifício,
Público e notório,
Socorrei as almas
Lá do Purgatório.
3- Não entreis com elas,
Senhor, em juízo,
Para que não tenham
Total prejuizo;
4- Porque na presença
do Crucificado,
Nenhum dos viventes
É justificado.
5- Pelo sacrifício
Da sagrada Missa,
Não useis com elas
Da vossa justiça.
6- Com as tristes almas,
Meu senhor, usai
Das misericórdias
De Deus, vosso Pai.
7- Vós sois o Cordeiro
Todo ensanguentado;
Para o bem das almas
Tão sacrificado.
8- Supra vosso Sangue,
Precioso e santo,
O dever das almas
Que padecem tanto.
9- Peçamos a Deus
A eterna luz
Para os que dormem
Em Cristo Jesus.
10- Ouvi, meu bom Deus,
O deprecatório
Em favor das almas
Lá do Purgatório.
Pai Nosso e Ave Maria.....
Oremos
Onipotente e misericordioso Deus senhor nosso, supremo dominador dos vivos e dos mortos,
pelos
merítos infinitos do vosso Unigênito Filho, e também pelos merecimentos
da sempre Virgem Maria, sua Mãe, e por todos os merecimentos dos
bem-aventurados, concedei propício o perdão das penas que merecem as
almas dos fiéis defuntos, pelas quais fazemos estas preces, para que
livres do Purgatório, vão gozar da eterna glória, por todos os séculos
dos séculos. Assim seja.
A Prima
1- Sede em meu favor,
Salvador do mundo,
E das almas santas
Do lago profudo.
2-Nós vos pedimos
Pronta salvação,
Preferindo aquelas
Da nossa tenção.
3-Para que por vós,
Jesus, sumo Bem,
Elas já descansem
Para sempre. Amém.
Hino
1-Deus vos salve, excelso
Senhor, compassivo,
Das almas que penam
Entre o fogo vivo.
2-Segundo batismo
Lhe dai, senhor,
Batismo de fogo
Purificador.
3-Como em Babilonia
Os três inocentes,
Só de vós se lembram
Nas chamas ardentes.
4-Só a vossa clemência
As pode remir
Do fogo que arde
Sem as consumir.
5-Fogo que formastes
Com tais predicados
Para expiação
Dos nossos pecados.
6-Muito mais ativo
Que o calor do sol,
Peor que uma frágua,
Que um vivo crisol.
7-Supra o vosso Sangue
Que é tão meritório
O dever das almas
Lá do Purgatório.
8-Aplacai das chamas
Também o calor,
Daquele tremendo
Fogo expiador.
9-Peçamos a Deus
A eterna luz,
Para os que já dormem
Em Cristo Jesus.
10-Ouvi, meu bom Deus,
O deprecatório
Em favor das almas
Lá do Purgatório.
Pai Nosso e Ave Maria.....
A Tercia
1-Sede em meu favor,
Salvador do mundo,
E das almas santas
Do lago profundo.
2-Nós vos pedimos
Pronta salvação,
Preferindo aquelas
Da nossa tenção.
3-Para que por vós,
Jesus, sumo Bem,
Elas já descansem
Para sempre. Amém.
Hino
1-Deus vos salve, Pai
De misericórdia,
Onde resplandece
A paz e a concórdia.
2-Por tal excelência
Que em vós adoramos,
Socorrei as almas,
Por quem suplicamos.
3-Tão aferrolhadas,
Como Manassés,
Mover não podem
Suas mãos nem pés.
4-Privadas de verem
Ao grande Adonai,
Seu eterno Rei,
Seu divino Pai.
5-Mais penalizadas
Do que Absalão,
Por já não gozarem
De Deus a visão.
6-Como o Santo Job,
Tão amargamente
Lágrimas derramam
Para Deus sómente.
7-Qual o Rei Profeta
Seus olhos aflitos
Estão já enfermos
Por falta de espíritos.
8-Médico divino
Só vossa virtude
Pode dar às almas
Eterna Saúde.
9-Peçamos a Deus
A eterna luz,
Para os que já dormem
Em Cristo Jesus.
10-Ouvi, meu bom Deus,
O deprecatório
Em favor das almas
Lá do Purgatório.
Pai Nosso e Ave Maria.....
1- Abrirei meus lábios
Em tristes assuntos,
Para sufragar
Aos fíeis defuntos.
2 - Sede meu favor,
salvador do mundo,
E das almas santas
Do lago profundo.
3- Nós vos pedimos
Pronta salvação,
Preferindo aquelas
Da nossa tenção.
4- Para que por vós,
Jesus, sumo Bem,
Elas já descansem
Para sempre. Amem.
Hino
1- Deus vos salve, Cristo
Em vossa paixão,
Redentor das almas
Dos filhos de Adão.
2- Por tal benifício,
Público e notório,
Socorrei as almas
Lá do Purgatório.
3- Não entreis com elas,
Senhor, em juízo,
Para que não tenham
Total prejuizo;
4- Porque na presença
do Crucificado,
Nenhum dos viventes
É justificado.
5- Pelo sacrifício
Da sagrada Missa,
Não useis com elas
Da vossa justiça.
6- Com as tristes almas,
Meu senhor, usai
Das misericórdias
De Deus, vosso Pai.
7- Vós sois o Cordeiro
Todo ensanguentado;
Para o bem das almas
Tão sacrificado.
8- Supra vosso Sangue,
Precioso e santo,
O dever das almas
Que padecem tanto.
9- Peçamos a Deus
A eterna luz
Para os que dormem
Em Cristo Jesus.
10- Ouvi, meu bom Deus,
O deprecatório
Em favor das almas
Lá do Purgatório.
Pai Nosso e Ave Maria.....
Oremos
Onipotente e misericordioso Deus senhor nosso, supremo dominador dos vivos e dos mortos,
pelos
merítos infinitos do vosso Unigênito Filho, e também pelos merecimentos
da sempre Virgem Maria, sua Mãe, e por todos os merecimentos dos
bem-aventurados, concedei propício o perdão das penas que merecem as
almas dos fiéis defuntos, pelas quais fazemos estas preces, para que
livres do Purgatório, vão gozar da eterna glória, por todos os séculos
dos séculos. Assim seja.
A Prima
1- Sede em meu favor,
Salvador do mundo,
E das almas santas
Do lago profudo.
2-Nós vos pedimos
Pronta salvação,
Preferindo aquelas
Da nossa tenção.
3-Para que por vós,
Jesus, sumo Bem,
Elas já descansem
Para sempre. Amém.
Hino
1-Deus vos salve, excelso
Senhor, compassivo,
Das almas que penam
Entre o fogo vivo.
2-Segundo batismo
Lhe dai, senhor,
Batismo de fogo
Purificador.
3-Como em Babilonia
Os três inocentes,
Só de vós se lembram
Nas chamas ardentes.
4-Só a vossa clemência
As pode remir
Do fogo que arde
Sem as consumir.
5-Fogo que formastes
Com tais predicados
Para expiação
Dos nossos pecados.
6-Muito mais ativo
Que o calor do sol,
Peor que uma frágua,
Que um vivo crisol.
7-Supra o vosso Sangue
Que é tão meritório
O dever das almas
Lá do Purgatório.
8-Aplacai das chamas
Também o calor,
Daquele tremendo
Fogo expiador.
9-Peçamos a Deus
A eterna luz,
Para os que já dormem
Em Cristo Jesus.
10-Ouvi, meu bom Deus,
O deprecatório
Em favor das almas
Lá do Purgatório.
Pai Nosso e Ave Maria.....
A Tercia
1-Sede em meu favor,
Salvador do mundo,
E das almas santas
Do lago profundo.
2-Nós vos pedimos
Pronta salvação,
Preferindo aquelas
Da nossa tenção.
3-Para que por vós,
Jesus, sumo Bem,
Elas já descansem
Para sempre. Amém.
Hino
1-Deus vos salve, Pai
De misericórdia,
Onde resplandece
A paz e a concórdia.
2-Por tal excelência
Que em vós adoramos,
Socorrei as almas,
Por quem suplicamos.
3-Tão aferrolhadas,
Como Manassés,
Mover não podem
Suas mãos nem pés.
4-Privadas de verem
Ao grande Adonai,
Seu eterno Rei,
Seu divino Pai.
5-Mais penalizadas
Do que Absalão,
Por já não gozarem
De Deus a visão.
6-Como o Santo Job,
Tão amargamente
Lágrimas derramam
Para Deus sómente.
7-Qual o Rei Profeta
Seus olhos aflitos
Estão já enfermos
Por falta de espíritos.
8-Médico divino
Só vossa virtude
Pode dar às almas
Eterna Saúde.
9-Peçamos a Deus
A eterna luz,
Para os que já dormem
Em Cristo Jesus.
10-Ouvi, meu bom Deus,
O deprecatório
Em favor das almas
Lá do Purgatório.
Pai Nosso e Ave Maria.....
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