quinta-feira, 26 de julho de 2012
Reparar a ingratidão
disse à irmã Josefa Menendez em 26/2/1922: “Entre em meu Coração. Aqui terá força para sofrer. Não pense em sua pequenez. Meu Coração tem poder para te sustentar. Ele é seu. Oferece-o ao Pai do Céu. Não viva mais que a vida de amor, de sofrimento e reparação. Venho me refugiar aqui, pois o que são as muralhas para uma cidade, isso são as almas fiéis para meu Coração. Elas me defendem e me consolam. O mundo corre para sua perdição. Busco almas que reparem tantas ofensas, pois meu Coração se consome em desejos de perdoar. Sim, perdoar meus amados filhos pelos quais derramei todo o meu Sangue. Pobres almas... Quantas se perdem! Como se precipitam no inferno! Mas não tenha medo. Se você não se afastar de mim, será forte com a minha mesma fortaleza e meu poder será seu poder. Este Coração é que dá vida às almas. O fogo de seu amor é mais forte do que a indiferença e ingratidão dos homens. Este Coração é que dá impulso às almas para se consumir e morrer, se for preciso, para me provar seu amor. Os pecadores me enchem de amargura. Você não quererá reparar sua ingratidão, você que é vítima de amor?”
domingo, 22 de julho de 2012
Lágrimas em Kibeho
No dia 15/4/1982, Nossa Senhora disse chorando em Kibeho, Ruanda, aparições reconhecidas pela Igreja:
“O mundo vai mal. Se não fizerem nada para se arrepender e renunciar seus pecados, ai de vocês! É exatamente isto que continua a me fazer mal, pois desejo salvá-los de um abismo, para que não caiam. Mas vocês se recusam. Por isso, redobrem o zelo pela oração em favor do mundo para que os pecados diminuam e sejam perdoados para aqueles que desejarem. Como posso ficar contente quando vejo meus filhos brincarem a ponto de caírem num abismo e se perderem? Venho até vocês para lhes comunicar uma mensagem que os chama novamente àquilo que esqueceram, mas vocês recusam acolhê-la. Neste momento eu sofro muito, mas suporto tudo com paciência.”
terça-feira, 17 de julho de 2012
Sede de almas!
Jesus disse a irmã Josefa Menendez:
“Sim, dá-me de comer, pois tenho fome. Dá-me de beber, pois tenho sede. Você já sabe do que tenho fome e sede. É de almas, dessas almas que tanto quero. Dá-me de beber! Oferece meu Coração e una seus sofrimentos aos Meus. Olhe para minhas Chagas e as adore. Beije-as. Não são as almas que me puseram neste estado. É o amor. É o amor de predileção que tenho por minhas almas e o amor compassivo que sinto pelos pecadores. Se eles soubessem disso... Tudo isso e muito mais meu Coração tem sofrido.”
Nossa pequenez e fraqueza
Jesus disse a irmã Josefa Menendez:
“O único desejo do meu Coração é te aprisionar e te mergulhar em meu amor, fazer de sua pequenez e fraqueza um canal de misericórdia para muitas almas que, por seu intermédio, se salvarão. Quero me servir de você, não por seus méritos, mas para que veja como posso me servir de instrumentos fracos e miseráveis.”
domingo, 15 de julho de 2012
Virtudes e Defeitos
É notável como conseguimos ver, todos os dias, a todos os instantes , os defeitos alheios.
Dificilmente encontramos alguém que não se mostre propenso a apontar erros e absurdos dos outros.
Muitos casamentos acabam porque marido e mulher passam a ver tanto os defeitos um do outro, que se esquecem que se uniram porque acreditavam se amar.
Amigos de infância, certo dia, se surpreendem a descobrir falhas de caráter um no outro. Desencantados se afastam, perdendo o tesouro precioso da amizade.
Colegas de trabalho culpam o outro por falhas que na verdade, em muitos casos, é da equipe como um todo.
Foi observado esse quadro que alguém escreveu que os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás. Na sacola da frente, estão colocadas as qualidades positivas, as virtudes de cada um. Na sacola de trás são guardados tosos os defeitos, as paixões, as más qualidades do espírito.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos de forma impiedosa, nas costas do companheiro que está à frente, todos os defeitos que ele possui.
Assim nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.
A imagem é significativa e nos remete à reflexão. Talvez seja muito importante que saiamos da fila indiana e passemos a andar ao lado do outro.
E, no relacionamento familiar, profissional, social em geral, que nos coloquemos de frente um para o outro. Aí veremos as virtudes nossas, que devem ser trabalhadas, para crescerem mais e também as virtudes do outro.
Com certeza nos surpreenderemos com as descobertas que faremos.
Haveremos de encontrar colegas de trabalho que supúnhamos orgulhosos, como profissionais conscientes, dispostos a entender as mãos e laborar em equipe.
Irmãos que acreditávamos extremamente egoístas, com capacidade de ceder o que possuam, a bem dos demais membros da família.
Pais e mães que eram tidos como distantes, em verdade estarem ávidos por um diálogo aberto e amigo.
Esposos e esposas que cultivavam amarguras, encontrarem um novo motivo para estarem juntos, redescobrindo os encantos dos dias primeiros do namoro.
A crítica só é válida quando serve para demonstrar erros graves que possam causar prejuízo para os outros ou quando sirva para auxiliar aquele a quem criticamos.
Portanto, resistir ao impulso de ressaltar as falhas dos outros, exercitando-nos em perceber o que eles tenham de positivo, é a meta que devemos alcançar.
Não esqueçamos de que se desejamos que o bem cresça e apareça, devemos divulgá-lo sempre.
Falar bem é fazer o bem. Apontar o belo é auxiliar outros a verem a beleza.
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Edson Almeida
Feira de Santana - Bahia
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