segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Papa Bento XVI- Sucessor de Jesus Cristo!

O Papa - Fala Bento XVI




Papa aos novos Bispos: Aprender com São Paulo a anunciar o Evangelho com coragem
20.09.2008 - Bento XVI recebeu neste sábado, em Castel Gandolfo, os bispos de recente nomeação que participam de um Curso de atualização promovido pela Congregação para a Evangelização dos Povos.
O discurso foi centralizado na figura do Apóstolo Paulo, “mestre dos gentios na fé e na verdade”. O papa destacou um trecho de sua homilia na inauguração do Ano Paulino, em que comentava justamente a expressão “mestre dos gentios”. Essa palavra, recordou, se abre ao futuro, projetando o ânimo do Apóstolo a todos os povos e a todas as gerações.
“Paulo não é para nós simplesmente uma figura do passado, que recordamos com veneração. Ele é também o nosso mestre. Dele devemos aprender a olhar com simpatia os povos aos quais somos enviados. Dele devemos aprender também a buscar em Cristo a luz e a graça para anunciar hoje a Boa Nova. Devemos nos inspirar nele para sermos incansáveis ao percorrer as sendas humanas e geográficas do mundo de hoje, levando Cristo àqueles que já Lhe abriram o coração e àqueles que ainda não O conheceram.”
Em muitos aspectos, afirmou o papa, a vida de um bispo parece com a de Paulo. Às vezes, o trabalho pastoral é muito vasto e extremamente difícil e complexo. Geograficamente, as dioceses são muito extensas e sem vias e meios de comunicação.
Além do mais, analisou o pontífice, em muitas sociedades se abate sempre com maior violência o vento da descristianização, do indiferentismo religioso, da secularização e da relativização dos valores. Isso cria um ambiente diante do qual as armas da pregação podem parecer, como no caso de Paulo em Atenas, desprovidas da força necessária.
Mas diante de alguns desafios, como a exígua presença de católicos em muitas regiões, o confronto com outras religiões nem sempre acolhedoras, perseguições e ataques violentos, o papa exortou: “Não tenham medo e não se sintam desencorajados por todos esses inconvenientes, mas se deixem aconselhar por São Paulo e se inspirem nele, que teve que sofrer muito pelas mesmas causas. O sofrimento une a Cristo e aos irmãos, e expressa a plenitude do amor, cuja fonte e prova suprema é a própria cruz de Cristo”.
Eis o conselho do papa aos bispos no início de seu ministério episcopal: “Não hesitem em recorrer a este potente mestre de evangelização, aprendendo com ele como amar Cristo, como se sacrificar no serviço aos outros, como se identificar com os povos em meio aos quais são chamados a pregar o Evangelho”.
Os bispos, recordou, dão continuidade à missão de Paulo de levar o Evangelho às pessoas. “Ele os guiará nas estradas muitas vezes impenetráveis, mas sempre apaixonantes, da nova evangelização. Eu, concluiu, os acompanho em sua missão pastoral com a minha oração e minha afetuosa bênção apostólica.” (BF)
Fonte: Rádio Vaticano

Bento XVI afirma que homens vivem na época da cultura do vazio
20.09.2008 - O papa Bento XVI denunciou hoje que os homens vivem em um "mundo que perdeu o caráter sagrado" e em uma época "marcada por uma preocupante cultura do vazio e do ''nada faz sentido''".
O pontífice fez as declarações durante discurso aos participantes do congresso internacional de Abades Beneditinos, realizado em Roma, os quais recebeu na residência de Castelgandolfo, 30 quilômetros ao sul da capital italiana.
"Em um mundo dessacralizado e em uma época marcada por uma preocupante cultura do vazio e do nada faz sentido, vocês estão convocados a anunciar o primaz de Deus e a apresentar propostas de eventuais novos caminhos de evangelização", disse o papa aos abades e abadessas beneditinos.
O pontífice lembrou que eles são guardiãos do patrimônio de uma espiritualidade ancorada no Evangelho e pediu que se dediquem "com renovada ardência apostólica aos jovens, que são o futuro da Igreja e da Humanidade".
Bento XVI também ressaltou que, "para construir uma Europa nova, é necessário começar das novas gerações, oferecendo-lhes a possibilidade de se aproximar intimamente das riquezas espirituais da liturgia".
Além disso, o pontífice pediu que os religiosos oferecessem aos homens e mulheres de hoje "a possibilidade de aprofundar o sentido da existência no horizonte infinito da esperança cristã".
Fonte: Terra notícias

Os fiéis têm direito a ver em seus sacerdotes homens de Deus, lembra o Papa
20.09.2008 - Ao receber aos bispos da Conferência Episcopal Panamenha, que acabam de realizar sua visita "ad limina", o Papa Bento XVI pediu inculcar “do seminário” aos candidatos ao sacerdócio um estilo de vida marcado pelo zelo apostólico e o testemunho de comunhão para que construam “neles o homem de Deus que os fiéis têm direito a ver em seus ministros”.
O Papa ressaltou as iniciativas dos bispos "para semear generosamente a Palavra de Deus no coração dos panamenhos, para acompanhá-los no caminho de seu amadurecimento na fé, de modo que sejam autênticos discípulos e missionários de Jesus Cristo ".
Segundo o Pontífice, “a fecunda ação missionária de sacerdotes, religiosos e leigos”, contrasta “a crescente secularização da sociedade, que invade todos os aspectos da vida diária, desenvolve uma mentalidade em que Deus de fato fica ausente da existência e da consciência humana e se serve freqüentemente dos meios de comunicação social para difundir o individualismo, o hedonismo e ideologias e costumes que minam os próprios alicerces do matrimônio, a família e a moral cristã".
Diante destes desafios, o Papa considerou necessários "o conhecimento profundo e o amor sincero ao Senhor Jesus, na meditação da Sagrada Escritura, na adequada formação doutrinal e espiritual, na prece constante, na recepção freqüente do sacramento da Reconciliação, na participação consciente e ativa na Santa Missa e na prática das obras de caridade e misericórdia".
Sobre a pastoral juvenil e vocacional, Bento XVI exortou aos prelados a rezar para que o Senhor "envie numerosas e santas vocações ao sacerdócio, sendo também essencial para isso um correto discernimento dos candidatos ao presbiterado, assim como o zelo apostólico e o testemunho de comunhão e fraternidade dos sacerdotes".
"Este estilo de vida tem que inculcar-se já do seminário, no que tem que privilegiar uma séria disciplina acadêmica, espaços e tempos de oração diária, a digna celebração da liturgia, uma adequada direção espiritual e o cultivo intenso das virtudes humanas, cristãs e sacerdotais. Desta maneira, orando e estudando, os seminaristas podem construir neles o homem de Deus que os fiéis têm direito a ver em seus ministros", precisou.
O Santo Padre reconheceu as dificuldades que encontram muitas famílias panamenhas, "que ameaçam a solidez do amor conjugal, a paternidade responsável e a harmonia e estabilidade dos lares".
Neste sentido, assinalou que "nunca serão suficientes os esforços para desenvolver uma pastoral familiar vigorosa, de modo que as pessoas descubram a beleza da vocação ao matrimônio cristão, defendam a vida humana desde sua concepção a seu término natural e construam lares nos que os filhos se eduquem no amor à verdade do Evangelho e em sólidos valores humanos".
O Papa sublinhou que no momento atual que vive o país, é especialmente urgente "que a Igreja em Panamá não deixe de oferecer luzes que contribuam à solução dos urgentes problemas humanos existentes, promovendo um consenso moral da sociedade sobre os valores fundamentais”.
“Por isso é primordial divulgar o Compêndio da Doutrina Social da Igreja, que facilita um conhecimento mais profundo e sistemático das orientações eclesiásticas que particularmente os leigos têm que assumir no campo político, social e econômico, favorecendo igualmente sua correta aplicação nas circunstâncias concretas", explicou.
Finalmente, considerou que “a esperança cristã poderá iluminar ao povo de Panamá, sedento de conhecer a verdade sobre Deus e sobre o homem em meio de fenômenos como a pobreza, a violência juvenil, as carências educativas, sanitárias e de moradia, a perseguição de inumeráveis seitas ou a corrupção, que em diversas medida turvam sua vida e impedem seu desenvolvimento integral".
Fonte: ACI

Quem trabalha só pelo salário, não dá valor ao Reino de Deus
21.09.2008 - Angelus - Papa Bento XVI
Caros irmãos e irmãs
Talvez vocês recordem, que no dia de minha eleição, me dirigi a multidão na Praça São Pedro, e me veio espontaneamente, me apresentar como um "operário da vinha do Senhor". Pois bem, no Evangelho de hoje (Mt 20,1-6a), Jesus conta a parábola do dono da vinha que em diversas horas do dia chama operários a trabalhar em sua vinha. E no final da tarde dá a todos o mesmo pagamento, um denário, suscitando o protesto daqueles da primeira hora.
É claro que aquele denário representa a vida eterna, dom que Deus reserva a todos. Ainda mais, Ele reserva àqueles considerados os "últimos", e se aceitam, se tornam os "primeiros", e os "primeiros" correm os risco de se tornarem últimos. Uma primeira mensagem desta parábola está no fato que o patrão não tolera, podemos dizer, a desocupação: quer que todos estejam empenhados em sua vinha.
Na realidade, o ser chamado já é a primeira recompensa: poder trabalhar na vinha do Senhor; colocar-se ao seu serviço, colaborar em sua obra, constitui por si mesmo um prêmio inestimável, que compensa toda a fadiga. Mas isso entende somente quem ama o Senhor e o seu Reino; quem, ao invés, trabalha unicamente pelo salário, não se dará jamais conta deste inestimável tesouro.
Quem narra a parábola é São Mateus, apóstolo e evangelista, de quem celebramos hoje a festa litúrgica. Me agrada sublinhar que Mateus em primeira pessoa, viveu esta experiência (Mt 9,9). Ele de fato, antes que Jesus o chamasse, trabalhava como cobrador de impostos, portanto, era considerado um pecador público, excluído da Vinha do Senhor.
Mas tudo muda quando Jesus, passando ao lado de sua banca de impostos, o olha e diz: "Segue-me". Mateus se levantou e o seguiu. De publicano tornou-se imediatamente discípulo de Cristo. De último, tornou-se primeiro, graças a lógica de Deus, que, para a nossa sorte, é diferente daquela do mundo. "Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, diz o Senhor pela boca do profeta Isaías, os vossos caminhos, não são os meus caminhos" (Is 55,8).
Também São Paulo, de quem estamos celebrando um particular ano jubilar, experimentou a alegria de sentir-se chamado pelo Senhor a trabalhar em sua vinha. E quanto ele trabalhou! Mas, como ele mesmo confessa, foi a graça de Deus que operara nele. A graça que, de perseguidor da Igreja, o transformou em apóstolo dos pagãos. Tanto que afirmou:
"Para mim viver é Cristo e morrer um ganho". Logo acrescenta: "Mas se viver no corpo significa trabalhar com frutos, não sei de verdade o que devo escolher" (Fil 1,21-22). Paulo compreendeu bem que trabalhar para o Senhor já é nesta terra uma recompensa.
A Virgem Maria, que há uma semana tive a alegria de venerar em Lourdes, é um ramo perfeito da vinha do Senhor. Dela germinou o fruto bendito do amor Divino: Jesus nosso Salvador. Que ela nos ajude a responder sempre com alegria ao chamado do Senhor, e a encontrar a nossa felicidade em poder trabalhar pelo Reino dos céus!
Oração pelas vítimas dos ciclones
Nas últimas semanas os países do Caribe, em particular o Haiti, Cuba, a República Dominicana, e o sul dos Estados Unidos, especialmente o Texas, foram duramente golpeados por violentos ciclones.
Gostaria novamente de assegurar, a toda população, as minhas orações. Desejo ainda, que cheguem rápido os socorros às regiões que foram mais danificadas. Queira o Senhor que, pelo menos nestas circunstâncias, solidariedade e fraternidade prevaleça sobre qualquer coisa.
Na próxima quinta-feira, 25 de setembro, acontecerá, em Nova York, no âmbito da 63ª Sessão da Assembléia Geral as ONU, um encontro de alto nível pra verificar o comprimento dos objetivos estabelecidos pela Declaração do Milênio, em 08 de setembro de 2000.
Em ocasião desta importante reunião, que reunirá os líderes de todo o mundo, gostaria de renovar o meu convite, para que apliquem com coragem as medidas necessária para erradicar a pobreza extrema, a fome, a ignorância e o flagelo das pandemias que machucam os mais vulneráveis.
Este empenho, mesmo que exija nestes momentos de dificuldades econômicas mundiais, particulares sacrifícios, não deixará de produzir inúmeros benefícios seja para o desenvolvimento das Nações que têm necessidade de ajuda do exterior, seja para a paz e bem-estar de todo o planeta.
Fonte: Canção Nova

Papa Bento XVI: Lógica de Deus é diversa à lógica do mundo
21.09.2008 - VATICANO .- Milhares de fiéis e peregrinos assistiram na Praça de São Pedro para rezar o Ângelus dominical com o Papa Bento XVI quem ao introduzir a oração lembrou que a vocação à vida cristã é já uma primeira recompensa que Deus nos faz para viver em plenitude na terra. Ante deles lembrou que "por fortuna, a lógica de Deus não é a mesma que a do homem".
“O já ser chamados por Deus é a primeira recompensa: o poder trabalhar na vinha do Senhor, ficar a seu serviço, colaborar com sua obra, constitui de por si um prêmio inestimável que paga toda fadiga”, afirmou o Papa ao meditar o Evangelho do dia de hoje.
O Papa ressaltou além que isto solo o entende “quem ama ao Senhor e a seu Reino; quem pelo contrário trabalha somente pelo dinheiro nunca perceberá o valor deste inestimável tesouro”.
Assim mesmo o Santo Padre lembrou que Mateus, a quem a Igreja lembra hoje, viveu a experiência mencionada. “Em efeito antes que Jesus o chamasse, era um publicano e por isso um público pecador, um excluido da 'vinha do Senhor'. Tudo muda quando Jesus, passando junto a onde ele se encontrava, o olha e lhe diz: ‘Siga-me’. Mateus se levantou e o seguiu”.
“De ser um publicano se converteu imediatamente em discípulo de Cristo. De ser o ‘último’ se encontrou sendo o ‘primeiro’, todo graças à lógica de Deus que é totalmente diversa da lógica do mundo”, continuou.
Mais adiante lembrou também a figura de São Paulo, quem em suas cartas afirma que “foi a graça de Deus a que obrou nele, aquela graça que de perseguidor da Igreja o transformou em apóstolo de gente. Ao ponto de lhe fazer dizer: ‘Para mim a vida é Cristo e a morte um ganho’”.
“Que a Virgem Maria nos ajude a responder sempre e com alegria à chamada do Senhor, e a encontrar nossa felicidade no poder fatigar pelo Reino dos céus”.
Seguidamente o Papa rezou o Ângelus, saudou em diversas línguas e distribuiu sua Bênção Apostólica.
Fonte: ACI



(Gentileza Alessandra)
PLANTÃO ESPIRITUAL



8 Sêdes sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. 9. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós. 10. O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoara, vos tornará inabaláveis, vos fortificará. 11. A Ele o poder na eternidade! Amém!


I Pedro 5, 8-11

O Golpe de mestre de satanás

PALAVRA DE SACERDOTE

O inimigo mortal do homem não perde tempo. O Protestantismo arrancou meia Cristandade da Igreja. A Revolução Francesa e a democracia aniquilaram sua influência na esfera civil. Com o Concílio Vaticano II, chega finalmente ao seu coração. "Liberdade", "igualdade" e "fraternidade", ideal assumido pela Igreja sob a nova face de "liberdade religiosa", "colegialidade" e "ecumenismo". A jogada, envenenar o Corpo Místico de Cristo. O meio, que a autoridade eclesiástica hasteie e imponha os princípios da Revolução. O fim, a autodestruição da Igreja pela via da obediência.








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Dom Marcel Lefebvre

Sabemos pelo Gênesis e melhor ainda pelo próprio Nosso Senhor que Satanás é o pai da mentira. No versículo 44, capítulo 8 do Evangelho de São João, Nosso Senhor interpela os judeus dizendo-lhes:


"Vós sois filhos do demônio, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio, e não permaneceu na verdade; porque a verdade não está nele; quando ele diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira..."

Satanás é homicida nas perseguições sangrentas, pai da mentira nas heresias, em todas as falsas filosofias e nas palavras equívocas que estão na base das revoluções, das guerras mundiais, das guerras civis.

Não cessa de atacar Nosso Senhor em seu Corpo Místico: a Igreja (Católica). No curso da História empregou todos os meios, dos quais um dos últimos e mais terríveis foi a apostasia oficial das sociedades civis.

O laicismo dos Estados foi e será sempre um escândalo imenso para as almas dos cidadãos. E é por esse subterfúgio que conseguiu laicizar pouco a pouco e fazer perder a fé numerosos membros da Igreja, a tal ponto que esses falsos princípios de separação da Igreja e do Estado, da liberdade das religiões, do ateísmo político, da autoridade que toma sua origem dos indivíduos, terminaram por invadir os seminários, os presbitérios, os bispados e até o Concílio Vaticano II.

Para fazer isso, Satanás inventou palavras chaves que permitiram que os erros modernos e modernistas penetrassem no Concílio: a liberdade foi introduzida mediante a Liberdade religiosa, ou Liberdade das religiões; a igualdade, mediante a Colegialidade, que introduz os princípios do igualitarismo democrático na Igreja e, finalmente, a fraternidade mediante o Ecumenismo que abraça todas as heresias e erros e oferece a mão a todos os inimigos da Igreja.

O golpe de mestre de Satanás será, por conseguinte, difundir os princípios revolucionários introduzidos na Igreja pela autoridade da própria Igreja, pondo esta autoridade em uma situação de incoerência e de contradição permanente; enquanto este equívoco não for dissipado, os desastres se multiplicarão na Igreja.

Ao se tornar equívoca a liturgia, se torna equívoco o sacerdócio, e tendo ocorrido o mesmo com o catecismo, a Fé, que não se pode manter senão na verdade, se dissipa. A própria Hierarquia da Igreja vive em um equívoco permanente entre a autoridade pessoal, recebida pelo sacramento da Ordem e a Missão de Pedro ou do Bispo e os princípios democráticos.

É preciso reconhecer que a trapaça foi bem feita e que a mentira de Satanás foi utilizada maravilhosamente. A Igreja vai destruir a si mesma por via da obediência. A Igreja vai se converter ao mundo herege, judeu, pagão, pela obediência, mediante uma Liturgia equívoca, um catecismo ambíguo e cheio de omissões e de novas instituições baseadas sobre princípios democráticos.

As ordens, as contra-ordens, as circulares, as constituições, as cartas pastorais serão tão bem manipuladas, tão bem orquestradas, mantidas pela onipotência dos meios de comunicação social, pelo que resta dos movimentos da Ação Católica, todos marxizados, que todos os fiéis honrados e os bons sacerdotes repetirão com o coração quebrado mas consentindo:Temos que obedecer! A quem, a que? Não se sabe exatamente: à Santa Sé, ao Concílio, às Comissões, às Conferências Episcopais? Qualquer um aqui se perde como nos livros litúrgicos, nos ordos diocesanos, na emaranhada bagunça dos catecismos, das orações do tempo atual, etcétera.

Temos que obedecer, com perigo de se tornar protestante, marxista, ateu, budista, indiferente, pouco importa! temos que obedecer através das negações dos sacerdotes, da inoperância dos Bispos, salvo para condenar àqueles que querem conservar a Fé, através do matrimônio dos consagrados a Deus, da comunhão aos divorciados, da inter-comunhão com os hereges, etc.

Temos que obedecer! Os seminários se esvaziam e são vendidos como os noviciados, as casas religiosas e as escolas; se saqueiam os tesouros da Igreja, os sacerdotes se secularizam e se profanam em sua vestimenta, em sua linguagem, em sua alma!... temos que obedecer.

Roma, as Conferências Episcopais, o Sínodo presbiterial o querem. É o que todos os ecos das Igrejas, dos jornais, das revistas repetem: aggiornamento, abertura ao mundo. Desgraçado seja aquele que não consente. Tem direito a ser pisoteado, caluniado, privado de tudo o que lhe permitiria viver. É um herege, é um cismático, que merece unicamente a morte.

Satanás conseguiu verdadeiramente um golpe de mestre: consegue fazer com que sejam condenados aqueles que conservam a fé católica por aqueles mesmos que a deveriam defender e propagar.

Já é tempo de encontrar novamente o senso comum da fé, de reencontrar a verdadeira obediência à verdadeira Igreja, oculta sob essa falsa máscara do equívoco e da mentira. A verdadeira Igreja, a Santa Sé verdadeira, o Sucessor de Pedro, os Bispos enquanto submetidos à Tradição da Igreja, não nos pedem e não nos podem pedir que nos tornemos protestantes, marxistas ou comunistas. Pois bem, se poderia crer ao ler certos documentos, certas constituições, certas circulares, certos catecismos que nos pedem que abandonemos a verdadeira Fé em nome do Concílio, de Roma, etc.

Devemos negar a tornarmo-nos protestantes, a perder a Fé e a apostatar como o fez a sociedade política depois dos erros difundidos por Satanás na Revolução de 1789. Recusamo-nos a apostatar, ainda que fosse em nome do Concílio, de Roma, das Conferências Episcopais.

Permanecemos aderidos, sobretudo, a todos os Concílios dogmáticos que definiram a perpetuidade de nossa Fé. Todo católico digno desse nome deve rejeitar todo relativismo, toda evolução de sua fé no sentido de que o que foi definido solenemente pelos Concílios em outros tempos deixaria de ser válido hoje e poderia ser modificado por outro Concílio, com maior ainda razão se é simplesmente pastoral.

A confusão, a imprecisão, as modificações dos documentos sobre a Liturgia, a precipitação na aplicação, demonstram bem claramente que não se trata de uma reforma inspirada pelo Espírito Santo. Esta forma de obrar é de tal modo contrária aos costumes romanos que obram sempre "cum consilio et sapientia". É impossível que o Espírito Santo tenha inspirado a definição da Missa segundo o artigo VII da Constituição e ainda mais inaudito que se tenha sentido a necessidade de corrigi-la em seguida, o que é uma confissão de um serviço malfeito na mais importante realidade da Igreja: o Santo Sacrifício da Missa.

A presença dos protestantes para a reforma litúrgica da Missa, é preciso confessar, estabelece um dilema ao qual parece difícil escapar. Sua presença significava ou que estavam convidados para reajustar seu culto segundo os dogmas da Santa Missa ou que lhes fosse perguntado o que lhes desagradava na Missa Católica para evitar que se deixasse presente uma expressão dogmática que eles não poderiam admitir. É evidente que esta segunda solução é a que foi adotada, coisa inconcebível e certamente não inspirada pelo Espírito Santo.

Quando se sabe que esta concepção da "Missa normativa" é a do Padre Bugnini e que ele a impôs tanto ao Sínodo como à Comissão de Liturgia, pode-se pensar que há Romas e Romas, a Roma eterna com sua fé, seus dogmas, sua concepção do Sacrifício da Missa e a Roma temporal influenciada pelas ideias do mundo moderno, influência à que não escapou o próprio Concílio – o qual, propositadamente e pela graça do Espírito Santo quis ser unicamente pastoral.

Santo Tomás se perguntava na questão da correção fraterna se convém que seja praticada às vezes com os Superiores. Com todas as distinções úteis, o Anjo da Escola responde que deve ser praticada quando se trata da Fé.

Pois bem, quem pode com toda consciência dizer que hoje em dia a Fé dos fiéis e de toda a Igreja não está ameaçada gravemente na Liturgia, no ensino do catecismo e nas instituições da Igreja?

Que se leia e releia São Francisco de Sales, São Roberto Belarmino, São Pedro Canísio e Bossuet e se encontrará com assombro que tinham que lutar contra os mesmos falsos procedimentos. Mas desta vez o drama extraordinário consiste em que estas desfigurações da Tradição nos vêm de Roma e das Conferências Episcopais; se alguém quer por conseguinte guardar sua Fé temos que admitir sim que algo anormal ocorre na administração romana.

Devemos, certamente, manter a infalibilidade da Igreja e do Sucessor de Pedro, devemos também admitir a situação trágica em que se encontra nossa Fé católica pelas orientações e os documentos que nos vêm da Igreja; a conclusão volta ao que dizíamos no começo: Satanás reina pelo equívoco e pela incoerência, que são seus meios de combate e que enganam os homens de pouca Fé.

Este equívoco deve ser suprimido valentemente para preparar o dia eleito pela Providência em que será suprimido oficialmente pelo Sucessor de Pedro.

Que não nos tachem de rebeldes ou orgulhosos, porque não somos nós os que julgamos, senão que Pedro mesmo quem como Sucessor de Pedro condena o que ele por outro lado fomenta, é a Roma eterna a que condena a Roma temporal. Nós preferimos obedecer a eterna.

Pensamos com plena consciência que toda a legislação emitida desde o Concílio é, ao menos, duvidosa e, em consequência, apelamos ao Cânon 23 que trata deste caso e nos pede ater-nos à lei antiga.

Estas palavras parecerão a alguns injuriosas para a autoridade. Ao contrário, são as únicas que protegem a autoridade e a reconhecem verdadeiramente, porque a autoridade não pode existir senão para o Verdadeiro e o Bom e não para o erro e o vício.

Em 13 de outubro de 1974, no aniversário das aparições de Fátima.

Que Maria se digne abençoar estas linhas e faça com que produzam frutos de Verdade e Santidade.

+ Marcel Lefebvre



Fonte: enviado por email pela nossa amiga: Andrea Camerini
Maria - Mãe Imaculada



Rogai por nós, Santa Mãe de Deus!
Um pequeno soneto.

Em 1823, dois sacerdotes dominicanos, Pes. Bassiti e Pignataro, estavam exorcizando um menino possesso, de 12 anos de idade, analfabeto. Para humilhar o demônio, obrigaram-no, em nome de Deus, a demonstrar a veracidade da Imaculada Conceição de Maria. Para surpresa dos sacerdotes, pela boca do menino possesso, o demônio compôs o seguinte soneto:

"Sou verdadeira mãe de um Deus que é filho,
E sou sua filha, ainda ao ser-lhe mãe;
Ele de eterno existe e é meu filho,
E eu nasci no tempo e sou sua mãe.

Ele é meu Criador e é meu filho,
E eu sou sua criatura e sua mãe;
Foi divinal prodígio ser meu filho
Um Deus eterno e ter a mim por mãe.

O ser da mãe é quase o ser do filho,
Visto que o filho deu o ser à mãe
E foi a mãe que deu o ser ao filho;

Se, pois, do filho teve o ser a mãe,
Ou há de se dizer manchado o filho
Ou se dirá Imaculada a mãe.

Conta-se que o Papa Pio IX chorou, ao ler esse soneto que contém um profundíssimo argumento de razão em favor da Imaculada.

Nossa Senhora foi a restauradora da ordem perdida por meio de Eva. Eva nos trouxe a morte, Maria nos dá a vida. O que Eva perdeu por orgulho, Nossa Senhora ganhou por humildade.

O pecado é a ofensa a Deus, ele O entristece, desta forma, a Segunda Pessoa da Trindade não poderia ser concebido em um ventre sujeito ao pecado. Ora, quando recebemos alguém em nossa casa procuramos deixar a casa em ordem, limpa, para que nossos convidados se sintam bem, se sintam acolhidos. Devemos entender a imaculada conceição da Virgem, como esta arrumação, providenciada pelo próprio Deus, pelos méritos de Cristo, para que Ele pudesse se encarnar.

Uma figura da Imaculada Conceição está no livro de Josué, onde lemos:
"Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra vai atravessar diante de vós o Jordão. Tomai doze homens, um de cada tribo de Israel. Logo que os sacerdotes que levam a arca de Javé, o Senhor de toda a terra, tiverem tocado com a planta dos seus pés as águas do Jordão, estas serão cortadas, e as águas que vêm de cima pararão, amontoando-se.



O povo dobrou suas tendas e dispôs-se a passar o Jordão, tendo diante de si os sacerdotes que marchavam na frente do povo levando a arca. No momento em que os portadores da arca chegaram ao rio e os sacerdotes mergulharam os seus pés na beira do rio - o Jordão estava transbordante e inundava suas margens durante todo o tempo da ceifa -,as águas que vinham de cima detiveram-se e amontoaram-se em uma grande extensão, até perto de Adom, localidade situada nas proximidades de Sartã; e as águas que desciam para o mar da planície, o mar Salgado, foram completamente separadas. O povo atravessou defronte de Jericó" (Js 3,11-16) .

Da mesma forma como nos tempos de Josué, o Senhor impediu que as águas do Jordão tocassem a Arca da Aliança, o Senhor também impediu que as torrentes do pecado original tocassem a alma da Virgem no momento de sua conceição, com o fim único de preparar o tabernáculo pelo qual Cristo viria.




Por isso o escritor sagrado deixou registrado: "Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas " (Hb 9,11) .

A Virgem Maria foi preparada para ser a Mãe do Salvador, de forma a ser “um tabernáculo mais excelente e mais perfeito”.
Autor: Prof. Alessandro LimaFonte: Veritatis Splendor
O Papa - Profecia atual

PROFECIA ATUAL
Muito importante

No Novo Documento VERBUM DOMINI (= PALAVRA DO SENHOR) o Santo Padre Bento XVI diz o seguinte sobre revelações privadas ou particulares:

"O Sínodo recomendou que «se ajudassem os fiéis a bem distinguir a Palavra de Deus das revelações privadas»,[44] cujo «papel não é (…) “completar” a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente, numa determinada época histórica».[45] O valor das revelações privadas é essencialmente diverso do da única revelação pública: esta exige a nossa fé; de facto nela, por meio de palavras humanas e da mediação da comunidade viva da Igreja, fala-nos o próprio Deus.

O critério da verdade de uma revelação privada é a sua orientação para o próprio Cristo. Quando aquela nos afasta d’Ele, certamente não vem do Espírito Santo, que nos guia no âmbito do Evangelho e não fora dele. A revelação privada é uma ajuda para a fé, e manifesta-se como credível precisamente porque orienta para a única revelação pública. Por isso, a aprovação eclesiástica de uma revelação privada indica essencialmente que a respectiva mensagem não contém nada que contradiga a fé e os bons costumes; é lícito torná-la pública, e os fiéis são autorizados a prestar-lhe de forma prudente a sua adesão.

Uma revelação privada pode introduzir novas acentuações, fazer surgir novas formas de piedade ou aprofundar antigas. Pode revestir-se de um certo carácter profético (cf. 1 Ts 5, 19-21) e ser uma válida ajuda para compreender e viver melhor o Evangelho na hora actual; por isso não se deve desprezá-la. É uma ajuda, que é oferecida, mas da qual não é obrigatório fazer uso. Em todo o caso, deve tratar-se de um alimento para a fé, a esperança e a caridade, que são o caminho permanente da salvação para todos.[46]" (VD 14)

Na citação do Papa de 1 Ts 5, 19-21 nós lemos: "Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo: abraçai o que é bom.

Portanto, a revelação pública EXIGE NOSSA FÉ e a revelação particular É UMA AJUDA PARA A FÉ, sendo ainda "ALIMENTO PARA FÉ, A ESPERANÇA E A CARIDADE."
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OBS: Estas palavras de sabedoria acima, são de fato um ferramenta do maior valor para nós, que acreditamos na profecia atual, quando tantos tentam, de mil e uma formas sufocar. A teologia errada e maligna, que tenta sufocar as vozes proféticas do nosso tempo - o que significa sufocar todas as mais de 2500 aparições de Nossa Senhora, nestes dois últimos séculos - causa um grande mal aos fiéis, que serão apanhados de supresa pela grande catástrofe que se avizinha.

Eles dizem que depois de encerrada a revelação contida nas Escrituras encerrou-se a profecia, e que não temos mais de dar ouvidos a ela. Alegam que são todos loucos, os que Deus sucita para alertar o povo, e negam obstinadamente que Nossa Senhora, Jesus, os santos e as almas do Purgatório, não aparecem para ninguém a trazer recados da parte do altíssimo, quando a Escritura diz pela boca do porfeta Amós, que Deus jamais manda algo sobre seu povo, se antes avisar através de seus servos, os profetas.

O simples fato de que o Santo Padre sinaliza de que a profecia atual existe, e deve ser estudada com atenção, derruba qualquer voz de cigarra que nega esta possibilidade. Claro que satanás também suscita falsos profetas, e Jesus mesmo disse que nos tempos do fim haveria muitos deles, e Ele pediu para que não nos deixássemos enganar facilmente. E existem também aqueles que Deus sucita, mas que no caminhar se deixam seduzir por satanás, quando o orgulho lhes sobe a cabeça, e a falta de oração os mantém de pé, quando somente sobre joelhos humildes e em prece é que a voz de Deus alcança os homens.

A palavra de São Paulo, em tessalonicensses, citada acima, "não sufoqueis o espírito, não desprezeis as profecias, examainai tudo atentenamente e retende o que for bom", com clareza luminar aponta para a continuidade da profecia, que não vem, de forma alguma, derrubar ou contradizer o que está previsto nas Escrituras, vem sim nos alertar para aspectos não muito claros, sobre certas passagens difíceis de entender contidas na Bíblia, para que saibamos exatamente do que se trata.

No capítulo 10 do Apocalipse, quando São João recebe uma revelação e lhe é dito para lacrá-la, lhe foi dito que isso só seria entendido quando Deus revelasse aos seus servos os profetas, isso é, futuramente. Também ao profeta Daniel foi dito que lacrasse parte do seu livro, que só seria entendido no fim dos tempos, quando ele mesmo, Daniel, se levantaria para esclarecer. E claramente isso so pode ser feito através de uma revelação particular, uma vez que nossos teólogos e doutores, com sua cabeça sobre as nuvens do Céu e a inteligância rastejando o pó da terra, não conseguem discernir os meandros da profecia.

O que o Santo Padre pede acima, é que se tome cuidado com estas revelações, porque elas não podem contradizer o que está nas Escrituras, e este tem sido o cuidado de nosso Movimento, desde o dia em que Deus o suscitou. Tudo o que está na Bíblia vai acontecer, nenhuma letra ficará sem resposta. Mas como é que vamos discernir os tempos de dias citados em Daniel e no Apocalipse, se não temos consenso sobre a data chave, e partida da contagem? O que não podemos é ficar dormindo, na ilusão de que isso NUNCA vai acontecer, ou começar. E já começou!

Assim, quando o Céu vem citar ao Cláudio o início desta contagem, muitos ficam aí de boca arreganhada zombando, a dizer que "ninguém sabe o dia nem a hora", quando o dia já está fixado, a hora é contida neste dia futuro. Então as pessoas preferem acreditar no fácil, no que lhes interessa, exatamente porque é enorme o exército dos que dormem, roncam e sonham, sobre a doce ilusão de que ninguém sabe, quando todos agora poderiam saber. E se prepararar melhor! E rezar para que todo o aterrador processo que chega fosse ao menos mitigado!

No tempo de Jesus, como homem Ele não podia divulgar as datas do fim, porque seria um caos no mundo. Mas sendo Deus com o Pai Ele sabia. E se o Pai sabe, onde está dito que Ele não pode revelar aos profetas atuais quando começam a contagem dos dias? De fato, se Jesus dissesse que o fim se daria apenas no ano de 2012, bilhões de pessoas, pelos tempos afora, diriam assim: bom se isso só vai acontecer lá, então eu vou é me esbaldar! Mas quando chegasse perto, muitos milhares se suicidariam devido ao barulho do mundo. Assim, somente irão estar preparados os que acreditam, os incrédulos e escarnecedores não. Que se pode fazer?

Assim, quem desacredita e faz desacreditar da profecia atual presta um grande serviço a satanás, porque é ele que não quer pessoas buscando a confissão, a conversão e os sacramentos. Quem está preparado, nao teme nada! Jesus mesmo falou que a vinda Dele cairia como um laço sobre os habitantes do planeta. Previu que a imensa maioria estaria dormindo porque sedada pela narcotizante ilusão de que "o Apocalipse já passou", ou que "isso acontecerá sim, mas ainda levará uns dois mil anos". É mesmo?

Agora esta palavra do Santo Padre vem nos dar força para continuar divulgando as mensagens passadas ao Movimento, porque há bispos e padres alegando - erradamente - que somente depois de aprovada uma revelação é que se pode divulgar as mensagens. Ora, belo disfarce ou solução escapista, isso porque nada fazem para estudar estas revelações, antes tentam sufocar tudo sem ouvir a Palavra de Jesus que diz: ai de ti Jerusalém que matas os teus profetas e apedrejas a aqueles que te são enviados. Ele não se referia apenas ao que o povo fizera com os profetas antigos, mas também aos futuros. Os de hoje!

Por outro lado, não é correto afirmar, como alguns bispos e padres fazem, que foram derrubados os canones emitidos pelo Papa Paulo VI, que permitem que se faça a divulgação de mensagens e revelações particulares, mesmo antes de a autoridade eclesiástica haver emitido juízo sobre elas, desde que observem a moral, a doutrina, as Escrituras e não atentem contra a fé. Por outro lado, é tão incrível, que converte mais gente um falso profeta, do que um bispo que tenta sufocar as profecias e calar as vozes do céu. Deus usa dos aritificios do mal, que tentam fazer com que não existem profetas atuais e que são todos falsos, para realizar um bem, que é acordar o povo para os sinais dos tempos.

Enfim, como já citei diversas vezes, a última aparição aprovada pela Igreja se deu a mais de 300 anos atrás, e afinal ninguém sabe o que lá foi dito. Acham mesmo que Deus poderá esperar 300 anos para os bispos se mexerem, e os padres, e estudarem com afinco as profecias atuais, emitindo juizo justo e não tendencioso de quem vem com pedras e varapaus, antes de vir com o cajado de pastor? De quem julga antes de vir ver, e condena antes de estudar?

O Céu não pode esperar séculos para que a Igreja se mexa e estude tudo aquilo que nos tem sido passado, porque tudo urge, o tempo se encurta e escoa. É neste sentido que as Palavras do Santo Padre nos trazem alento, permitindo que nós continuemos, embora gritem, alterquem que ribombem as vozes que nos condenam, os risos de esgar dos que nos escarnecem, e nos chamam de loucos. Fiquemos com a palavra de Sua Santidade nosso querido Papa Bento XVI, e não com quem o contradiga, combata e desobedeça. Quem estiver com Pedro estará sobre a rocha. Quem se bater contra ele será esmagado! Vamos sem medo!