quinta-feira, 17 de março de 2016

Deus abençoe o nosso Brasil, e a Mãe Aparecida cuide de cada um de nós, cidadãos, bem como da nossa tão jovem democracia, conquistada a tão duras penas e tão fragilizada pelos "astutos" do poder e pelos descompromissados com o bem comum e com os menos favorecidos!

SÃO JOSÉ ASSISTE SEUS DEVOTOS NA HORA DA MORTE

O Venerável servo de Deus Aleixo de Vigavano, capuchinho, foi devotadíssimo a São José durante a vida inteira. Avizinhando-se a hora da morte, pediu ao irmão enfermeiro que acendesse alguns círios em sua cela; e interrogado para quê, respondeu: "Daqui a instantes, vou receber a visita da Maria Santíssima e de seu esposo São José; e é preciso recebê-los com todas as honras." Pouco depois o moribundo avisou aos assistentes que se ajoelhassem, porque seus dois bem-aventurados hóspedes chegavam; e logo tomando uma fisionomia quase celestial, rendeu ao Senhor sua alma formosíssima e foi assistir à glorificação de seu especial Protetor de quem a Santa igreja nesse mesmo dia (19 de Março) fazia a solene comemoração. Não nos separemos de São José durante a vida, seremos por ele assistidos à hora da morte.

É QUERIDA AOS OLHOS DE JESUS A DEVOÇÃO AO SEU PAI ADOTIVO, SÃO JOSÉ.

O Padre Marchese oratoriano, em sua obra sobre a vida de Santa Margarida de Cortona, refere que essa ilustre penitente julgava dever em grande parte à proteção de São José a graça de sua admirável conversão, invocando-o frequentemente, ela teve a dita de que o próprio Filho de Deus a louvasse por esta pia prática, numa dessas revelações prodigiosas com que a favoreceu. "A devoção que tens a meu pai adotivo", disse-lhe Jesus, "muito me compraz; e quero que lhe prestes quotidianamente algum tributo de honra e de louvor porque ele me é muito caro”. Essas palavras tanto inflamaram o fervor da serva de Deus, que amiudou os seus atos de amor e veneração ao Santo Patriarca. Almas devotas de São José, ouvi como feita a cada um de vós esta divina exortação.

segunda-feira, 14 de março de 2016

19 de Março: Dia de SÃO JOSÉ- Patrono de nossa Obra!

Irmãos e irmãs, amigos e amigas desta Obra Evangelizadora, neste dia 19 de Março, estaremos o dia todo em oração por todos vocês, finalizando com a Santa Missa. Por isso, deixe AQUI as suas INTENÇÕES para estarmos rezando e intercedendo por VOCÊ e sua família. Se preferirem, entre em contato conosco por telefone.: 0xx74 9 8849-7721 (Oi) e 0xx74 9 9189-3595 (Tim). Glorioso SÃO JOSÉ, rogai por nós!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 13 de março de 2016

Disse a Beata Teresa de Calcutá:

"Os pobres têm sede de água, mas também de paz, de verdade e de justiça. Os pobres estão nus e têm necessidade de roupas, mas também de dignidade humana e de compaixão para com os pecadores. Os pobres estão sem abrigo e têm necessidade de um abrigo feito de tijolos, mas também de um coração alegre, compassivo e cheio de amor. Eles estão doentes e têm necessidade de cuidados médicos, mas também de uma mão amiga e de um sorriso acolhedor. Os excluídos, os que são rejeitados, os que não são amados, os prisioneiros, os alcoólicos, os moribundos, os que estão sós e abandonados, os marginalizados, os intocáveis e os leprosos [...], os que estão na dúvida e confusos, os que não foram tocados pela luz de Cristo, os que têm fome da palavra e da paz de Deus, as almas tristes e angustiadas [...], os que são um fardo para a sociedade, os que perderam toda a esperança e a fé na vida, os que se esqueceram como se sorri e os que já não sabem o que é receber um pouco de calor humano, um gesto de amor e de amizade – todos eles se voltam para nós para serem reconfortados. Se lhes viramos as costas, viramos as costas a Cristo". (Carta às Irmãs Missionárias da Caridade, em 10/04/1974)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O Carnaval e os cristãos: Quantos se perdem por não querer evitar as ocasiões de pecado.

"Da obrigação de evitar as ocasiões perigosas". (como por exemplo o Carnaval) Disse Santo Afonso Maria de Ligório: (Doutor da Igreja) "Da obrigação de evitar as ocasiões perigosas - Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: 'infeliz de mim! Se tivesse evitado aquela ocasião, não estaria agora condenado por toda a eternidade!'. Falando aqui da ocasião de pecado, temos em vista a ocasião próxima, pois deve-se distinguir entre ocasiões próximas e remotas. Ocasião remota é a que se nos depara em toda a parte e que raramente arrasta o homem ao pecado. Ocasião próxima é a que, por sua natureza, regularmente induz ao pecado. Por exemplo, se acharia em ocasião próxima um jovem que muitas vezes e sem necessidade se entretêm com pessoas levianas de outro sexo. Ocasião próxima para uma certa pessoa é também aquela que já a arrastou muitas vezes ao pecado (...). O Espírito Santo diz: 'Quem ama o perigo nele perecerá' (Eclo 3,27). Segundo Sto. Tomás, a razão disso é que Deus nos abandona no perigo quando a ele nos expomos deliberadamente ou dele não nos afastamos. S. Bernardino de Sena diz que dentre todos os conselhos de Jesus Cristo, o mais importante e como que a base de toda a religião, é aquele pelo qual nos recomenda a fuga da ocasião de pecado. (...) O demônio deseja que te entretenhas com a tentação, porque então torna-se-lhe fácil a vitória. Deves, porém, fugir sem demora, invocar os santos nomes de Jesus e Maria, sem prestar atenção, nem sequer por um instante, ao inimigo que te tenta. S. Pedro nos afirma que o demônio rodeia cada alma para ver se a pode tragar: 'Vosso adversário, o demônio, vos rodeia como um leão que ruge, procurando a quem devorar' (1Pd 5,8). S. Cipriano, explicando essas palavras, diz que o demônio espreita uma porta por onde possa entrar na alma; logo que se oferece uma ocasião perigosa, diz consigo mesmo: ‘eis a porta pela qual poderei entrar’, e imediatamente sugere a tentação. Se então a alma se mostrar indolente para fugir da tentação, cairá seguramente, em especial se se tratar de um pecado impuro. É a razão por que ao demônio mais desagradam os propósitos de fugirmos das ocasiões de pecado, que as promessas de nunca mais ofendermos a Deus, porque as ocasiões não evitadas tornam-se como uma faixa que nos venda os olhos para não vermos as verdades eternas, as formas das coisas santas e as promessas feitas a Deus. Quem estiver enredado em pecado contra a castidade, deverá, para o futuro, evitar não só a ocasião próxima, mas também a remota, enquanto possível, porque em tal se sentirá muito fraco para resistir. Não nos deixemos enganar pelo pretexto da ocasião ser necessária, como dizem os teólogos, e que por isso não estamos obrigados a evitá-la, pois Jesus Cristo disse: 'Se teu olho direito te escandaliza, arranca-o e lança-o de ti' (Mt 5, 29). Mesmo que seja teu olho direito deverás arrancá-lo e lançar fora de ti, para que não sejas condenado. Logo, deves fugir daquela ocasião, ainda que remota, já que, em razão de tua fraqueza, tornou-se ela uma ocasião próxima para ti. Antes de tudo devemos estar convencidos que nós, revestidos de carne, não podemos por própria força guardar a castidade; só Deus, em Sua imensa bondade, nos poderá dar força para tanto. É verdade que Deus atende a quem Lhe suplica, mas não poderá atender à oração daquele que conscientemente se expõe ao perigo e não o deixa, apesar de o conhecer, pois, como diz o Espírito Santo, quem ama o perigo perecerá nele (Eclo 3,27). Ó Deus, quantos cristãos existem que, apesar de levarem uma vida piedosa, caem finalmente e obstinam-se no pecado, só porque não querem evitar a ocasião próxima do pecado impuro. Por isso nos aconselha S. Paulo (Fil 2, 12): 'Com temor e tremor operai a vossa salvação'. Quem não teme e ousa expor-se às ocasiões perigosas, principalmente quando se trata do pecado impuro, dificilmente se salvará." (Compilação de textos do Santo Doutor pelo padre Saint-Omer, CSSR, 4ª edição, Ed. Vozes, Petrópolis: 1955, páginas 44-48)