domingo, 27 de fevereiro de 2011

A EUCARISTIA NA MÃO

Em Roma, não à Eucaristia na mão.



Importantíssimo... fiquemos atentos quando formos à Santa Missa ou à Celebração da Palavra...

Tentativa de roubo da Hóstia Consagrada pode acontecer do nosso lado...

JESUS CRISTO MERECE ESTE CUIDADO.

Onde há Missas com grande aglomerado de pessoas, pode acontecer de Eucaristias serem levadas a terreiros de umbanda e candomblé como também a rituais satânicos, para serem usadas nas conhecidas como missas negras, onde mulheres deitadas nos altares insinuam-se em atitudes ilícitas e depravantes!

Mas os anjos vem e trocam por partículas comuns, pois não deixarão que JESUS passe por este ultraje.

Enganam satanás e os seus...



Assim também acontece quando a Eucaristia cai no chão, os anjos vem e a recolhem, para que ninguém pise em Jesus!

Um conhecido, foi comungar com um sacerdote na Catedral, Pe. Orivaldo. A Eucaristia caiu no chão e eles procuraram por todo lado. O Padre chegou a levantar as vestes e não encontraram nada! Foi um anjo certamente que amparou Jesus!

Segue Texto Texto extraído de: http://www.cantualeantonianum.com/2010/12/il-papa-riconsidera-lindulto-della.html#ixzz19MUx22By

Notícia de enorme importância: nas Missas celebradas pelo Papa (desde a Missa na véspera do Natal de 2010), não só ele mas todos os sacerdotes que ajudam a distribuir a Comunhão aos fiéis não irão mais colocar a Hóstia Santa nas palmas das mãos, mas somente na boca, a quem for comungar, leigo ou clérigo que seja.
Não há dúvida, para quem ja esteve pelo menos uma vez nas missas celebradas pelo Papa em São Pedro que o momento da comunhão é, muitas vezes, de grande confusão, e há pessoas que estendem a mão para o sacerdote, dando às vezes a impressão de querer pegar uma partícula. Agora, cada um, de forma mais ordenada e com menos perigo de as partículas cairem ao chão, deverá calmamente comparecer perante o ministro e receber dele na boca a Sagrada Comunhão.
Esta forma de receber o Corpo de Cristo, não só aumenta a devoção e a consciência da presença real do Salvador, mas também previne não raros furtos das sagradas espécies que podem acontecer nas Missas mais lotadas.
Para aqueles que dirão que \"se torna atrás no tempo\" etc etc é SEMPRE bom lembrar:
a) a ÚNICA forma prevista pelo Missal de Paulo VI é a de receber a comunhão na boca.
b) a possibilidade alternativa de a receber nas mãos é regulada por um INDULTO que pode ser concedido (e retirado) em alguns lugares e por determinados bispos (não todos).
FALA O CARDEAL
Cardeal Antonio Cañizares Llovera, com a Capa Magna abolida por Paulo VI.
A liturgia católica vive “uma cerca crise” e Bento XVI quer dar vida a um novo movimento litúrgico, que volte a trazer mais sacralidade e silêncio à Missa, e mais atenção à beleza no canto, na música e na arte sacra.
O Cardeal Antonio Cañizares Llovera, 65 anos, Prefeito da Congregação para o Culto Divino, que enquanto bispo na Espanha era chamado de “o pequeno Ratzinger”, é o homem ao qual o Papa confiou esta tarefa. Nesta entevista a Il Giornale, o “ministro” da liturgia de Bento XVI revela e explica programas e projetos.
Como cardeal, Joseph Ratzinger havia lamentado uma certa pressa na reforma litúrgica pós-conciliar. Qual é a sua opinião?
A reforma litúrgica foi realizada com muita presa. Havia ótimas intenções e o desejo de aplicar o Vaticano II. Mas houve precipitação. Não se deu tempo e espaço suficiente para acolher e interiorizar os ensinamentos do Concílio; de repente, mudou-se o modo de celebrar.
Recordo bem a mentalidade então difundida: era necessário mudar, criar algo novo. Aquilo que havíamos recebido, a tradição, era visto como um obstáculo. A reforma foi entendida como obra humana, muitos pensavam que a Igeja era obra de nossas mãos e não de Deus. A renovação litúrgica foi vista como uma investigação de laboratório, fruto da imaginação e da criatividade, a palavra mágica de então.
Como cardeal, Ratzinger havia prognosticado uma “reforma da reforma” litúrgica, palavras atualmente impronunciáveis, mesmo no Vaticano. Todavia, parece evidente que Bento XVI a deseje. É possível falar dela?
Não sei se é possível, ou se é conveniente, falar de “reforma da reforma”. O que vejo absolutamente necessário e urgente, segundo o que deseja o Papa, é dar vida a um novo, claro e vigoroso movimento litúrgico em toda a Igreja. Porque, como explica Bento XVI no primeiro volume de sua Opera Omnia, em relação à liturgia se decide o destino da fé e da Igreja. Cristo está presente na Igreja através dos sacramentos. Deus é o sujeito da história, e não nós. A liturgia não é uma ação do homem, mas de Deus.
O Papa, mais que decisões impostas de cima, fala com o exemplo. como ler as mudanças introduzidas por ele nas celebrações papais?
Acima de tudo, não deve haver nenhuma dúvida sobre a bondade da renovação litúrgica conciliar, que trouxe grandes benefícios para a vida da Igreja, como a participação mais consciente e ativa dos fiéis e a presença enriquecida da Sagrada Escritura. Mas além destes e outros benefícios, não faltaram sombras, surgidas nos anos seguintes ao Vaticano II: a liturgia, isso é fato, foi “ferida” por deformações arbitrárias, provocadas também pela secularização que desgraçadamente atinge também dentro da Igreja. Consequentemente, em muitas celebrações já não se coloca Deus no centro, mas o homem e seu protagonismo, sua ação criativa, o papel principal é dado à assembléia. A renovação conciliar foi entendida como uma ruptura e não como um desenvolvimento orgânico da tradição. Devemos reaviver o espírito da liturgia e para isso são significativos os gestos introduzidos nas liturgias do Papa: a orientação da ação litúrgica, a cruz no centro do altar, a comunhão de joellhos, o canto gregoriano, o espaço para o silêncio, a beleza na arte sacra. É também necessário e urgente promover a adoração eucarística: diante da presença real do Senhor, não se pode senão estar em adoração.
Quando se fala de uma recuperação da dimensão do sagrado, há sempre quem apresente tudo isso como um simples retorno ao passado, fruto de nostalgia. Como o senhor responde?
A perda do sentido do sagrado, do Mistério, de Deus, é uma das perdas de consequências mais graves para um verdadeiro humanismo. Quem pensa que reavivar, recuperar e reforçar o espírito da liturgia e a verdade da celebração é um simples retorno a um passado superado, ignora a verdade das coisas. Colocar a liturgia no centro da vida da Igeja não é em nada nostálgico, mas, pelo contrário, é garantia de estar a caminho em direção ao futuro.
Como julga o estado da liturgia católica no mundo?
Diante do risco da rotina, diante de algumas confusões, da pobreza e da banalidade do canto e da música sacra, pode-se dizer que há uma certa crise. Por isso é urgente um novo movimento litúrgico. Bento XVI, indicando o exemplo de São Francisco de Assis, muito devoto do Santíssimo Sacramento, explicou que o verdadeiro reformador é alguém que obedece a fé: não se move de maneira arbitrária e não se arroga nenhuma discricionariedade sobre o rito. Não é o dono, mas o custódio do tesouro instituido pelo Senhor e confiado a nós. O Papa, portanto, pede à nossa Congregação promover uma renovação segundo o Vaticano II, em sintonia com a tradição litúrgica da Igreja, sem esquecer a norma conciliar que prescreve não introduzir inovações exceto quando as requererem uma verdadeira e comprovada utilidade para a Igreja, com a advertência de que as novas formas, em todo caso, devem surgir organicamente das já existentes.
O que pretende fazer como Congregação?
Devemos considerar a renovação litúrgica segundo a hermêutica da continuidade na reforma indicada por Bento XVI para ler o Concílio. E para fazê-lo, é necessário superar a tendência de “congelar” o estado atual da reforma pós-conciliar, de um modo que não faz justiça ao desenvolvimento orgânico da liturgia da Igreja.
Estamos tentando levar adiante um grande empenho na formação dos sacerdotes, seminaristas, consagrados e fiéis leigos, para favorecer a compreensão do verdadeiro significado das celebrações da Igreja. Isso requer uma adequada e ampla instrução, vigilância e fidelidade nos ritos, e uma autêntica educação para vivê-los plenamente. Este empenho será acompanhado pela revisão e pela atualização dos textos introdutórios de diversas celebrações (prenotanda). Somos conscientes também de que dar impulso a este novo movimento não será possível sem uma renovação pastoral da iniciação cristã.
Uma perspectiva que deveria ser aplicada também à arte e à música…
O novo movimento litúrgico deverá fazer descobrir a beleza da liturgia. Por isso, abriremos uma nova seção em nossa Congregação dedicada à “Arte e música sacra” a serviço da liturgia. Isso nos levará a oferecer, o quanto antes, critérios e orientações para a arte, canto e música sacras. Como também pensamos em oferecer o mais rápido possível critérios e orientações para a pregação.
Nas Igrejas desaparecem os genuflexórios, a Missa às vezes é ainda um espaço aberto à criatividade, são cortadas inclusive as partes mais sagradas do cânon. Como inverter esta tendência?
A vigilância da Igreja é fundamental e não deve ser considerada como algo inquisitório ou repressivo, mas como um serviço. Em todo caso, devemos tornar todos conscientes da exigência, não só dos direitos do fiéis, mas também dos “direitos de Deus”.
Existe também o risco oposto, isto é, o de se crer que a sacralidade da liturgia depende da riqueza dos paramentos: uma posição fruto de esteticismo que parece ignorar o coração da liturgia…
A beleza é fundamental, mas é algo muito distinto de um esteticismo vazio, formalista e estéril, no qual se cai às vezes. Existe o risco de se acreditar que a beleza e a sacralidade da liturgia dependem da riqueza ou da antiguidade dos paramentos. É necessário uma boa formação e uma boa catequese baseada no Catecismo da Igreja Católica, evitando também o risco oposto, o da banalização, e atuando com decisão e energia quando se recorre a costumes que tiveram seu sentido no passado, mas que atualmente não têm ou não contribuem de nenhum modo para a verdade da celebração.
Poderia nos dar alguma indicação concreta sobre o que poderia mudar na liturgia?
Mais que pensar em mudanças, devemos nos comprometer em reaviver e promover um novo movimento litúrgico, seguindo o ensinamento de Bento XVI, a reaviver o sentido do sagrado e do Mistério, pondo Deus no centro de tudo. Devemos impulsionar a adoração eucarística, renovar e melhorar o canto litúrgico, cultivar o silêncio, dar mais espaço à meditação. Disso surgirá as mudanças…
Escrito por G. M. Ferretti
dezembro 27, 2010 às 2:04 pm
Publicado em Atualidades, Igreja, O Papa, Vaticano II
Etiquetado com Cardeal Antonio Cañizares Llovera, Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, Novus Ordo Missae, O Papa, Vaticano II
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“Sereis como deuses...”
(a promessa do Presidente Lula no seu Programa Nacional de Direitos Humanos)

Adão e Eva podiam comer de todas as árvores do jardim. A única proibição era que eles decidissem por si mesmos o que é bem e o que é mal (Gn 2,16-17).

A serpente enganou o primeiro casal dizendo que a felicidade deles estaria em desobedecer a Deus. Comendo do fruto proibido, eles estariam agindo “como deuses, versados no bem e no mal” (Gn 3,5). Ser livre para satisfazer os próprios caprichos, sem se importar com as leis que o Criador inscreveu na natureza: eis a libertação do homem!

Todos nós conhecemos as tristes consequências dessa rebelião contra Deus, dessa reivindicação de uma falsa autonomia diante do Criador.

* * *

No dia 21 de dezembro de 2009, às vésperas da Solenidade do Natal do Senhor, o presidente Lula presenteou os brasileiros com o Decreto 7037/2009, que aprovou o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Ao povo foi oferecido o direito de agir ignorando a Deus e não se importando com as leis naturais.

“Não matarás” (Ex 20,13)

Segundo Lula, seremos felizes não se respeitarmos a vida, mas se tivermos o direito de matar. Por isso o governo pretende “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos” (Eixo orientador IV, diretriz 9, objetivo estratégico III ação programática g).

Usando a inverdade de que existem casos em que o aborto é “legal” no Brasil, o Estado já vem financiando sua prática em nossos hospitais. É desejo do governo “implementar mecanismos de monitoramento dos serviços de atendimento ao aborto legalmente autorizado (sic), garantindo seu cumprimento e facilidade de acesso” (Eixo Orientador IV, diretriz 17, objetivo estratégico II, ação programática g).

“Homem e mulher os criou” (Gn 1,27)

Segundo Lula, a complementaridade natural dos sexos não precisa ser respeitada. Essa lei, segundo a qual somente um homem e uma mulher podem casar-se entre si, é apelidada de “heteronormatividade”. O governo se propõe “desconstruir” essa regra, reconhecendo novas formas de família. Pretende “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares (sic) constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, com base na desconstrução da heteronormatividade (sic)” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática d). Pretende ainda “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo” e “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” (Idem, ações programáticas b, c).

Tão grande é a autonomia proposta pelo governo, que ninguém deve ser obrigado sequer a aceitar o próprio sexo. Quem estiver insatisfeito, pode ir ao SUS a fim de fazer uma cirurgia “transexualizadora”. O decreto promete “garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuais que fazem parte do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde e de suas famílias” (Eixo orientador III, diretriz 7, objetivo estratégico IV, ação programática p).

“Não cometerás adultério” (Ex 20,14)

Em matéria sexual, o governo oferece a felicidade através da liberdade. Todos devem ter direito à “livre orientação sexual” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V). Não deve haver liberdade, porém, para se opor ao homossexualismo. Essa conduta, apelidada de “homofobia”, deve ser combatida pelo Estado. Para isso, o governo pretende “fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT), principalmente a partir do apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (sic) e de núcleos de pesquisa e promoção da cidadania daquele segmento em universidades públicas” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico V, ação programática g).

A prostituição não deve ser combatida, mas reconhecida como uma profissão. Segundo o governo, é preciso “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” (Eixo Orientador III, diretriz 7, objetivo estratégico VI, ação programática n). Pretende-se ainda quebrar a imagem negativa das mulheres prostitutas: “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo” (Eixo orientador III, diretriz 9, objetivo estratégico III, ação programática h).

“Não roubarás” (Ex 20,15)

Um dos grandes entraves do governo petista em seu apoio às invasões de terra é a ação de reintegração de posse. Por esse meio processual, o proprietário tem restituído o direito à posse de que havia sido privado pelo invasor. O decreto do presidente Lula dá a entender que se pretende dificultar o cumprimento dessas ordens judiciais: “propor projeto de lei voltado a regulamentar o cumprimento de mandados de reintegração de posse ou correlatos, garantindo a observância do respeito aos Direitos Humanos” (Eixo orientador IV, diretriz 17, objetivo estratégico VI, ação programática b). De fato, se invadir propriedade privada é um direito humano, é lógico que o governo queira mudar a lei para garantir o exercício desse direito.

“Amarás o Senhor teu Deus” (Dt 6,4)

Se, conforme pensa o governo, Deus é inimigo do homem por cercear sua liberdade, é necessário expulsar a Deus. Por isso o decreto prevê “desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União” (Eixo orientador III, diretriz 10, objetivo estratégico VI ,ação programática c). A preocupação de Lula é compreensível: a presença de um crucifixo nos prédios dos Ministérios, do Congresso Nacional e dos Tribunais é incômoda para os que pretendem condenar inocentes à morte.

* * *

Como ocorreu no jardim do Éden, as promessas de Lula são ilusórias. O convite à liberdade esconde uma dura escravidão.

Se, por exemplo, são direitos humanos o aborto, o homossexualismo e a prostituição, o governo pretende punir os que ousarem falar contra esses “direitos”. O decreto prevê diversas penalidades para os meios de comunicação social que contrariarem sua ideologia: “propor a criação de marco legal regulamentando o art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação, prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas” (Eixo Orientador V, diretriz 22, objetivo estratégico I, ação programática a).

Como se vê, estamos às portas de uma ditadura.

Quem assinou o decreto?

O decreto 7037/2009 traz a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seus ministros. Entre eles figura Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência da República. Conclusão de tudo isso: um cristão não pode votar no Partido dos Trabalhadores.



Anápolis, 11 de fevereiro de 2010

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Ó Santa Luzia, Santa protetora dos olhos, defendei-me da cergueira física e espiritual, abrindo os olhos da alma e do coração de:................................................................................., para conversão e salvação eterna.
Acrescentai-me à vossa fé e oração, que mesmo atingida nos olhos, não duvidastes do poder do Sangue de Cristo e da proteção da Virgem Maria Santíssima, daí-me forças e ajude-me a não duvidar da proteção divina, e atendei este pedido.
Obrigado por ter ouvido esta minha súplica que permaneça em mim sempre a verdade, a justiça, a humildade e o amor em Cristo Ressuscitado no meio de nós.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Bendito o que vem em nome do Senhor.
Seja sempre bem vindo Senhor. Amém.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Os SANTOS e o CARNAVAL

Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).

Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo, agora?” (Escritos Espirituais).

São Francisco de Sales dizia: “O carnaval: tempo de minhas dores e aflições”. Naqueles dias, esse santo fazia o retiro espiritual para reparar as graves desordens e o procedimento licencioso de tantos cristãos.

São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.

O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.

Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”

São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.

Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto, os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles o trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer e por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).

Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado…” (Carta 162).

Savonarola e o protesto contra o carnaval
Conta-se que, em represália aos excessos do carnaval florentino, organizou Savonarola em 1496 uma procissão de 10.000 jovens, que desfilou pelas ruas principais da cidade cantando hinos religiosos de penitência. Chegando a uma praça, onde se erguera uma grande pirâmide de livros maus, recolhidos com antecedência, a um sinal dado, colocaram-lhes fogo. Ao mesmo tempo soavam as trombetas da “Signoria”, repicavam os sinos de São Marcos e a multidão prorrompia em aclamações. Encerrou-se a função com uma missa solene no meio da praça, onde foi erguido um grande Crucifixo.

São Pedro Claver e o carnaval
Um oficial espanhol viu um dia São Pedro Claver com um grande saco às costas.
— Padre, aonde vai com esse saco?
— Vou fazer carnaval; pois não é tempo de folgança?
O oficial quer ver o que acontece: acompanha-o.
O Santo entra num hospital. Os doentes alvoroçam-se e fazem-lhe festa; muitos o rodeiam, porque o Santo, passando com eles uma hora alegre, lhes reparte presentes e regalos até esvaziar completamente o saco.
— E agora? – pergunta o oficial.
— Agora venha comigo; vamos à igreja rezar por esses infelizes que, lá fora, julgam que têm o direito de ofender a Deus livremente por ser tempo de carnaval.

Santo Afonso Maria de Ligório e o carnaval
“Por este amigo, a quem o Espírito Santo nos exorta a sermos fiéis no tempo da sua pobreza, podemos entender que é Jesus Cristo, que especialmente nestes dias de carnaval é deixado sozinho pelos homens ingratos e como que reduzido à extrema penúria. Se um só pecado como diz as Escrituras, já desonra a Deus, o injuria e o despreza, imagina quanto o divino Redentor deve ficar aflito neste tempo em que são cometidos milhares de pecados de toda a espécie, por toda a condição de pessoas, e quiçá por pessoas que lhe estão consagradas. Jesus Cristo não é mais suscetível de dor; mas, se ainda pudesse sofrer, havia de morrer nestes dias desgraçados e havia de morrer tantas vezes quantas são as ofensas que lhe são feitas.
É por isso que os santos, a fim de desagravarem o Senhor de tantos ultrajes, aplicavam-se no tempo de carnaval, de modo especial, ao recolhimento, à penitência, à oração, e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com o seu Bem-Amado. No tempo do carnaval, Santa Maria Madalena de Pazzi passava as noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o sangue de Jesus Cristo pelos pobres pecadores. O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas. São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias. São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e realizar exercícios de devoção. O mesmo praticava São Francisco de Sales, que, não contente com a vida mais recolhida que então levava, pregava ainda na igreja diante de um auditório numerosíssimo. Tendo conhecimento que algumas pessoas por ele dirigidas, que se relaxavam um pouco nos dias de carnaval, repreendiam-as com brandura e exortava-as à comunhão frequente.

Numa palavra, todos os santos, porque amaram a Jesus Cristo, esforçaram-se por santificar o mais possível o tempo de carnaval. Meu irmão se amas também este Redentor amabilíssimo, imita os santos. Se não podes fazer mais, procura ao menos ficar, mais do que em outros tempos, na presença de Jesus Sacramentado ou bem recolhido em tua casa, aos pés de Jesus crucificado, para chorar as muitas ofensas que lhe são feitas.
O meio para adquirires um tesouro imenso de méritos e obteres do céu as graças mais assinaladas, é seres fiel a Jesus Cristo em sua pobreza e fazer-lhe companhia neste tempo em que é mais abandonado pelo mundo. Como Jesus agradece e retribui as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas!” (Meditações).
(enviado p/ Nelly, por Irmão João Manoel, )



TERÇO EM REPARAÇÃO DOS PECADOS DO CARNAVAL
(mistérios dolorosos)

1) AGONIA DE JESUS
Jesus agoniza porque, sendo Ele o Filho de Deus, o Imaculado, sem qualquer mancha de pecado, ao assumir em Si os pecados de todos os homens, desde o início ao fim do mundo, torna-Se, por assim dizer, o pecador universal. E se um simples pecado O faz agonizar, o que mais O faz sofrer são os pecados de todos os cristãos que repetem ora a dormição dos três apóstolos preferidos no Jardim das Oliveiras, ora o beijo de Judas,ora a fuga dos apóstolos, ora as negações de S. Pedro. E tal acontece sobretudo nesta quadra, em que muitos se comportam como autênticos pagãos. E tanto assim é que há quem diga, já a gozar, que
estes dias são para se divertirem e a 4ª. feira de Cinzas é para fazer penitência destes dias de Carnaval.

2) FLAGELAÇÃO DE JESUS
Se neste mistério Jesus sofre pelos pecados com o corpo, quanto não sofrerá Ele pelos pecados sensuais cometidos durante os dias de Carnaval. Quantas aberrações corporais cometidas durante estes dias por qualquer um dos sexos.

3 ) COROAÇÃO DE ESPINHOS
Jesus repara o mau uso que os homens fazem da sua inteligência. E se Jesus sofre com a imaginação corrupta e depravada que provocam certas cenas de carnaval naqueles que apenas assistem a ele, quanto mais razão de queixa tem dos que passam o ano inteiro a aplicar a sua inteligência a preparar cenas licenciosas para o carnaval seguinte, cenas que sendo provocadoras terão como consequência levar os que assistem a deleitarem-se nessas cenas. Já dizia S. Tiago: "cada qual é tentado pelos desejos maus, que o arrastam e procuram atrair. Depois, os maus desejos concebem e dão origem ao pecado, e o pecado, uma vez
consumado, gera a morte" (1, 14-15)

4) JESUS A CAMINHO DO CALVÁRIO COM A CRUZ AOS OMBROS
Disse Jesus à Irmã Lúcia (de Fátima, Portugal): " A penitência que hoje peço e exijo é o cumprimento dos deveres, cada qual no seu estado". Ora, o cumprimento dos deveres implica levar a nossa cruz, pois muitas vezes eles são bem pesados. Também o carnaval deveria ser vivido cristãmente . Jesus pediu, em fins de 1940 por meio da Irmã Lúcia, a supressão destas festas e a sua substituição por oração e penitência, com preces públicas pelas ruas. Talvez por isso há hoje quem queira tornar estes dias mais cristão: divertimentos, sim, mas sem exageros, com tempos de oração. Faz lembrar S. João Bosco que dizia aos seus alunos: “Diverte-te, sim, mas não peques”

5)MORTE DE JESUS
Durante o ano, muitos cristãos são-no apenas de nome: crêem em tudo o que obriga a uma vida santa e inocente e procedem de um modo que desmente tudo o que crêem. Durante o Carnaval, a máscara cai e aproveita-se a licenciosidade destes dias para se praticar, à luz do
dia, o que vai no coração. Vive-se segundo a carne, e não segundo o espírito. No fundo, a máscara do carnaval é um símbolo da contradição existente entre fé cristã e vida pagã. No Calvário, o Coração de Jesus foi trespassado pela lança de Longuinhos. Com quanta propriedade se pode dizer que a referida contradição estava presente naquela lançada.
Mas Jesus, Rei de Amor, pagou tal facto com um ato de amor: o Sangue e a Água que saíram do Seu Coração lavaram tais pecados. Rezemos para que os cristãos correspondam a tal ato de amor.

MILITARIZAÇÃO CRESCENTE

Falam as profecias que ao final dos tempos as nações estariam sendo governadas por maus governantes, que por frete falavam em paz, mas nos bastidores preparavam a guerra. O artigo abaixo ilustra bem esta profecia, fato que temos desde muitos anos anunciado. Nós vivemos hoje os 25 anos finais de FALSA PAZ preditos na mensagem de La Sallete. Uma tenebrosa escaramuça se prepara em todo mundo. Russos, chineses e maometanos, formarão um grande exército, ao qual pode se aliar a India, e quando tiverem sido parados 1/4 da humanida terá desaparecido. Está escrito no apocalipse, com estes números. Então acontecerá!

Por - Alex Corsini, no Monitor Mercantil

Apesar da formalização do acordo Start-3 a corrida armamentista prossegue
Muito foi dito e escrito nos últimos meses para convencer as pessoas de que o mundo tornou-se, supostamente, mais "seguro" e mais "pacífico", após a formalização do novo acordo para redução dos arsenais nucleares (Start-3), que prevê uma redução de cerca de 1/3 das armas estratégicas nucleares que possuem as superpotências mundiais.

Entretanto, a realidade é que o antagonismo entre as potências imperialistas agrava-se cada vez mais. Guerras econômicas e comerciais, choques de grandes monopólios e mecanismos estatais, com meios diplomáticos e de espionagem cercam todos os lados da atividade humana. E destes antagonismos não poderia ser excluído o espaço, apesar dos "compromissos" internacionais e acordos, expressos no Direito Internacional.

Recentemente, os veículos de comunicação dos EUA manifestaram sua preocupação com relação à "espaçonave robotizada russa" que é capaz de enfrentar a análoga norte-americana, Boeing X-37B. Segundo o jornal norte-americano Christian Science Monitor, "o renascido setor espacial da Rússia pode estar desenvolvendo sua versão análoga da espaçonave não tripulada norte-americana de múltiplos usos".

E, segundo opinião de autoridades norte-americanas, "o Kremlin hoje considera os bem sucedidos projetos espaciais como sendo vetores de importância estratégica para o aumento do peso da Rússia que agora despende elevados volumes de recursos para reativar seu envelhecido setor espacial".

Estas avaliações foram formuladas por causa das declarações do comandante das Forças Armadas Espaciais da Rússia, general Oleg Ostapenko, que no início deste mês disse apenas que "a Rússia tem conseguido algo neste setor".

Uso bélico
Anotem que a espaçonave norte-americana X-37B foi lançada em 22 de abril do ano passado e durante sete meses executou missão secreta no espaço, retornando à Terra em dezembro. De acordo com informações disponíveis, a X-37B tem apenas 1/4 das dimensões dos ônibus espaciais da Nasa e dispõe de baterias que são carregadas por espelhos-seletores solares que fornecem energia para um vôo autônomo com duração de até nove meses.

O X-37B não é tripulado e também não precisa ser comandado por terra, porque dispõe de um sistema de piloto automático tão desenvolvido que permite - além de traçar seu próprio itinerário no espaço - retornar à Terra, aterrissando sem absolutamente nenhuma intervenção humana.

Konstantin Sivkov, primeiro vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos da Rússia, solicitado a comentar o vôo da nave norte-americana, disse que "trata-se de um avião espacial que poderá servir para muitos propósitos, como, por exemplo, a destruição de outros satélites".

Ainda, de acordo com Sivkov, "não está excluído o uso desta aeronave espacial como vetor de defesa antimíssil, ou para atingir alvos na Terra. O X-37B é um vetor, uma plataforma, que os norte-americanos podem utilizar como desejarem".

Mas Sivkov não deixou de avaliar os riscos que representa a X-37B, tanto para a segurança da China, quanto, também, da Rússia: "No que diz respeito à China, os EUA procuram hoje encontrar várias fórmulas tecnológicas que lhes permitam garantir sua supremacia mundial no futuro conflito para a aquisição de matérias-primas. Mas, também, os chineses, por sua vez, estão testando - com sucesso - vários modelos de armas espaciais, entre as quais anti-satélites".

Provável resposta russa
Sivkov revelou que "na década de 1970 a Rússia desenvolveu vários vetores espaciais. Por exemplo, quando começaram as pesquisas para o desenvolvimento de uma astronave supersônica, capaz de atingir alvos na Terra, podendo permanecer em vôo por longo tempo. No início da década de 1980, foram iniciados os testes de uma espaçonave análoga, que foram concluídos com sucesso".

Contudo, com a derrocada da União Soviética, durante o governo de Boris Yeltsin, o desenvolvimento foi abandonado. "Aliás, também, em 1993, foi cancelado o programa de construção do ônibus espacial russo Buran, que poderia permanecer voando durante longos meses".

Questionado se a Rússia reúne condições para responder contra uma provocatsia dos EUA, Sivkov disse que "a Rússia hoje não está preparada, ainda, para lançar uma espaçonave semelhante à norte-americana X-37B. Contudo, reestruturou a versão do denominado "matador de satélites", o famoso caça MIG-31M, que já foi testado durante os anos da União Soviética e é capaz de destruir satélites inimigos".
"A Rússia também poderá reiniciar a construção de uma espaçonave, movida com combustível nuclear, assim como poderá lançar e manter em órbita ogivas nucleares, destinadas à destruição de satélites e outras espaçonaves com impulso eletromagnético."

EUA X China
Já se sabe que a China dispõe de um veículo espacial análogo ao Boeing X-37B norte-americano, já fabricado e que já realizou, com sucesso, o programa de testes. Este veículo espacial chinês foi batizado Dragão Mágico (Shenlong, em chinês).
A disputa entre EUA e China para o controle do espaço já começou e já registra as primeiras derrubadas mútuas de satélites. Foram revelados documentos secretos norte-americanos, segundo os quais os EUA já testaram sua arma secreta destinada a destruir satélites.

O cruzador norte-americano USS Lake Erie lançou míssil que atingiu e derrubou o satélite norte-americano 193, em uma altura de 150 milhas. Este teste norte-americano foi realizado cerca de um ano após um teste análogo chinês, que derrubou um satélite da China.

Anotem que, em 11 de janeiro de 2007, a China lançou um míssil balístico intercontinental, o qual, voando a uma altura de 150 milhas, derrubou um satélite meteorológico chinês. Com este teste a China mostrou que suas Forças Armadas estão preparadas para atuar também no espaço e causar sérios problemas nas comunicações via satélite do opositor, particularmente, os EUA, os quais, por causa da ação militar mundial, estão se apoiando, basicamente, nas comunicações via satélite.

O teste da China provocou confusão e pânico nos EUA e iniciou uma troca de duros comunicados entre Washington e Beijing. Condoleezza Rice, então secretária de Estado dos Estados Unidos, havia declarado que "qualquer intervenção que tenha como alvo o sistema interespacial norte-americano será considerado pelo governo como solapamento de seus direitos e será enfrentada como agravamento da crise e do choque".

"Utopia reacionária"
Entretanto, os EUA não ficaram só em protestos verbais, e partiram para mostrar à China que também reuniam possibilidades de agir no espaço. Assim, lançaram um míssil que derrubou um satélite norte-americano.

Mas, em janeiro do ano passado, a China realizou novo teste. Desta vez, os chineses derrubaram um míssil balístico intercontinental em uma altura de 150 milhas da Terra. Ato contínuo, os EUA classificaram a demonstração como teste de arma anti-satélite, enquanto a atual secretária de Estado, Hillary Clinton, exigiu que o governo de Beijing informasse os objetivos do programa chinês de defesa antimíssil.

Em resposta, o governo de Bejing acusou os EUA de realizarem testes de arma laser que poderá destruir mísseis chineses sobre o território da China.

Ao que tudo indica, já começou a nova corrida armamentista com o objetivo de militarização do espaço, tornando ainda mais atuais as palavras de Lenin: "As promessas de pacifismo e de desarmamento internacional nas condições do capitalismo e dos tribunais de arbitragem não são somente uma utopia reacionária, mas, também, constituem ostensivo engano para os trabalhadores, e visam ao desarmamento do proletariado e a seu afastamento de seu dever de desarmar os exploradores".