domingo, 10 de outubro de 2010

Quando uma porta se fecha, outra se abre!

Quando uma porta se fecha, outra se abre.
Tenha paciência, persistência,
constância.




Chega um momento,
ao longo da jornada espiritual,
em que algo que estimamos deve acabar.
Talvez uma relação significativa
tenha terminado.

Talvez uma oportunidade
que procuramos obter
se torne de repente inalcançável.
Sejam quais forem as circunstâncias,
sentimo-nos privados de um bem a que aspiramos.

Quando isso acontecer, não se desespere,
pois o Infinito não se esqueceu de você.
Você está sofrendo privação por uma única razão
para que possa receber um bem ainda maior.

A natureza domina o vácuo.
Esse princípio do mundo físico
tem seu paralelo no mundo espiritual.
Não se pode renunciar a alguma coisa
sem ganhar alguma outra coisa em troca.

O universo está sempre pronto
para preencher o seu vazio,
substituindo a tristeza pela alegria,
a perda pelo ganho,
a morte pelo renascimento.

O que então deve fazer
quando uma porta se fecha para você?
Primeiro, renuncie ao seu apego àquilo que era,
ou àquilo que gostaria de ser.

A Força Suprema tem preparado
para você uma dádiva ainda maior.
Depois,afirme para si mesmo:

"Quando uma porta se fecha,outra se abre.
Espero confiante e com alegria
o bem que me está reservado."

Seja paciente, pois ele logo, logo há de vir.




www.paideamor.com.br

sábado, 9 de outubro de 2010

Abaixo Mensagem para REFLETIR

A Grandeza do Silêncio


O silêncio é doçura:
Quando não respondes às ofensas,
Quando não reclamas os teus direitos,
Quando deixas à Deus a defesa da tua honra.

O silêncio é misericórdia:
Quando te calas diante das faltas de teus irmãos,
Quando perdoas sem remoer o passado,
Quando não condenas, mas intercedes em segredo.

O silêncio é paciência:
Quando sofres sem te lamentares,
Quando não procuras consolação junto aos homens,
Quando não intervéns, esperando que a semente germine lentamente.

O silêncio é humildade:
Quando te apagas para deixar aparecer teu irmão,
Quando, na discrição, revelas dons de Deus,
Quando suportas que tuas ações sejam mal interpretadas,
Quando deixas os outros a glória da obra inacabada.

O silêncio é fé:
Quando te apagas, sabendo que é Ele ( Jesus ) quem age...
Quando renuncias às vozes do mundo para permanecer na Sua presença...
Quando te basta que só Ele te compreende.

Evangelize!!!!!

Fonte: Espacojames

Mãe do Divino Amor, rogai por nós!

Oração a Nossa Senhora do Divino Amor

Ó Maria, Virgem Imaculada, mãe de Deus e nossa, ó Mãe do Divino Amor, a vós elevamos as nossas suplicas esperando alcançar as graças que necessitamos.
Vós que mereceste a saudação: “Cheia de graça”, tudo nos podes alcançar. Sim, ó Maria Santíssima, realmente és cheia de graça, porque o Divino Espírito Santo, vosso celestial Esposo, com seu Divino Amor, fez em vós sua morada: desde o momento da concepção vos preservou de toda culpa e vos conservou imaculada. No dia da Anunciação fez de vós a Mãe; no dia de Pentecoste, pousou sobre vós com seus sete dons e vos fez guardiã e fonte das divinas graças.

Eia, pois, ó doce Mãe do Divino Amor, as nossas suplicas: conceda a paz ao mundo, faz triunfar o vosso amor, proteja o Santo Papa, reúne na unidade perfeita todos os cristãos, ilumina com a luz do Evangelho todos os que ainda não crêem, converte os pecadores, dá-nos a coragem do arrependimento constante e a força para vencer as tentações, ilumina a nossa mente para seguirmos sempre o caminho do bem, e finalmente, quando Deus nos chamar, abre-nos as portas do céu.

E enquanto gememos e choramos neste vale de lágrimas, socorre-nos em nossas necessidades e conserva em nós a constância na virtude diante dos inevitáveis sofrimentos da vida. Cura, ó Mãe das graças, as nossas enfermidades. Concede a saúde aos vossos devotos; liberta, ó Maria Imaculada, das penas do purgatório os fiéis defuntos, especialmente os que foram recomendados às orações do Santuário e as vítimas das guerras. Olha com maternal bondade e protege as obras do Divino Amor. E a nós, vossos filhos, concede-nos, ó doce Mãe, louvar-vos sempre. Que nosso coração arda sempre do amor de Deus nesta vida para estarmos eternamente convosco no céu. Amém.

Fonte: Sagradas Orações e Devoções

SALVE, ó cheia de GRAÇAS

Origem da oração SALVE RAINHA

A “Salve Rainha” é uma das orações mais populares entre os católicos.

De tão repetida, é rezada às vezes, de forma maquinal, sem que se sinta da profunda emoção que a percorre do princípio ao fim. Por isso, para recuperar toda sua vibração original, pode ser útil analisar, uma por uma, as estremecidas palavras que a conformam.

Quem compôs esta prece tinha uma experiência muito viva das misérias da vida humana. Nesta prece “bradamos” como “degredados”, “suspiramos gemendo e chorando”, vemos o mundo como “um vale de lágrimas”, como um “desterro”…

Entretanto, essa melancólica visão da vida acaba dissolvendo-se num sentimento de doce esperança que a ultrapassa e domina. Com efeito, se ao considerar a condição humana, o autor da prece só vê motivos de tristeza, ao fixar sua atenção naquela a quem a dirige, mostra-se animado por um horizonte de expectativas reconfortantes e consoladoras, pois ela, a Virgem Maria, é “mãe de misericórdia”, “vida, doçura, esperança”, “advogada” de “olhos misericordiosos”…

Captaremos melhor o estado de ânimo de que brotou esta comovente oração se lembrarmos quem a compôs e em que circunstâncias. Ela é atribuída ao monge Herman Contrat que a teria escrito por volta de 1.050, no mosteiro de Reichenan, na Alemanha.

História da “Salve Rainha


Eram tempos terríveis aqueles na Europa central, sucessivas calamidades naturais, destruindo as colheitas, epidemias, miséria, fome e morte por toda parte… e, como não se bastasse, a ameaça contínua dos povos bárbaros do Leste que invadiam os povoados, saqueando e matando, destruindo tudo, inclusive igrejas e conventos.

Frei Contrat tinha consciência da infortunada época em que vivia, mas tinha outras razões, além das agruras da vida de seus contemporâneos, para a aflição e o desconsolo. E não podia fechar os olhos para elas, pois as carregava no seu corpo: ele nascera raquítico e deforme; adulto, mal conseguia andar e escrevia com dificuldade, de mirrados que eram os dedos das suas mãos.

Foi no fundo de todas as misérias, as próprias e as alheias, que a alma de Frei Contrat elevou à Rainha dos céus essa maravilhosa prece, carregada de sofrimento e esperança, que é a “Salve Rainha”. Mas, se foi capaz de fazê-lo foi porque, no mais íntimo de seu ser cintilava, sobre a paisagem desolada do mundo, a figura esplendorosa e amável da Mãe de Jesus..

Nascimento de Frei Contrat
Contam que, no dia do seu nascimento, ao constatarem o raquitismo e má formação do bebê, seus pais caíram em prantos. Sua mãe Miltreed, mulher muito piedosa, ergueu-se então do leito e, lá mesmo, consagrou o menino à Mãe de Deus. Consagrado a Ela, foi educado no amor e na confiança em relação a Ela.

E foi com essa bagagem na alma que anos mais tarde foi levado (de liteira, pois continuava sendo um deficiente físico) até o mosteiro de Reichenan, aonde com o tempo chegou a ser mestre dos noviços, pois o que tinha de inapto seu corpo, tinha de perspicaz seu espírito.

Quando veio a ser conhecida pelos fiéis a “Salve Rainha” teve um sucesso enorme e logo era rezada e cantada por toda parte. Um século mais tarde, ela foi cantada também na catedral de Espira, por ocasião de um encontro de personalidades importantes, entre elas, a do imperador Conrado e a do famoso São Bernardo, conhecido como o “cantor da Virgem Maria”, pelos incendidos louvores que lhe dedicava nos seus sermões e escritos (ele foi um dos primeiros a chamá-la de “Nossa Senhora”).

Dizem que foi nesse dia e lugar que, ao concluir o canto da “Salve Rainha” (cujas últimas palavras eram “mostrai-nos Jesus, o bendito fruto do vosso ventre”), no silêncio que se seguiu, ouviu-se a voz potente de São Bernardo que, num arrebato de entusiasmo pela mãe do Senhor, gritou, sozinho, no meio da catedral: “ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria”… E a partir dessa data estas palavras foram incorporadas à “Salve Rainha” original.

Nos quase mil anos que se passaram desde que Herman Contrat compôs a “Salve Rainha” uma multidão incontável de fiéis tem se identificado como os sentimentos que ela expressa, vivendo desde sua aflição a doce esperança que inspira sempre a figura amável e amada da Mãe do nosso Salvador.

Fonte: Entre Redes